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EM BREVE A PROGRAMAÇÃO COMPLETA

A partir de outubro vamos colocar progressivamente a programação dos três dias de festival. 
16.11
Sexta-feira
Museu do Amanhã | Auditório MAR | Sala 2.1 Praça Mauá Armazém Praça Mauá | Palco Principal Museu do Amanhã | Lounge Museu do Amanhã | Salas Expositivas Museu do Amanhã | Observatório Museu do Amanhã | LAA MAR | Auditório MAR | Brinquedoteca MAR | Sala 2.2 MAR | Sala 3.1 MAR | Sala 3.2 MAR | Sala 3.3 MAR | Arquibancada (pilotis) MAR | Salas expositivas Praça Mauá | Tenda Dandara Armazém | Espaço Márcia X Museu do Amanhã | Terreiro Praça Mauá | Boulevard Olímpico Armazém | Espaço Nise da Silveira Apresentações artísticas Feira de empreendedorismo Ativismo
10:00
Dança intuitiva para mulheres
Memórias e escrevivência com Conceição Evaristo
Race Cards
11:00
O ser humano que nós, mulheres, pensamos e queremos e...
O tipo de família que quero e posso ter apenas a mim...
Mulheres negras pautam o futuro: pensamento...
O poder/lugar de fala contra o silenciamento das vozes...
A conversa aqui é eles com elas pela igualdade de...
Artivistas: arte como luta social
Você tem fome de quê: consciência e sáude na...
13:00
Mulheres ao vento
14:00
Ciência é uma palavra feminina e feita por muitas de...
Agroecologia e mulher, tudo a ver
Que história você está construindo?
A revolução já está acontecendo e ela é digital: o...
As dores das mortes violentas presentes no cotidiano...
Sou artista e um dos meus fazeres é empreender
Funk you: o lugar de mulher é onde ela quiser
15:00
Mulheres negras pautam o futuro: cosméticos naturais
16:00
Só há Desenvolvimento Sustentável com o protagonismo...
A literatura das mulheres
Pode haver democracia sem acessibilidade? O que saber,...
Vozes de mulheres online: o que elas vem dizendo?
Sem fronteiras: mulheres que se aventuram a pesquisar...
17:00
ABC do prazer feminino
18:00
Regras iguais para o mundo do trabalho.
18:30
Anelis Assumpção
20:00
Letrux
20:30
DJ Badsista
21:00
Elza Soares (participação Ilu Obá de Min)
22:30
DJ Badsista
Museu do Amanhã | Auditório
16.11 ÀS 11:00

O ser humano que nós, mulheres, pensamos e queremos e a educação que precisamos para isso

Adele Patrick
co-fundadora e gerente de desenvolvimento criativo da Glasgow Women’s Library

Ana Paula Moura
Organizadora e autora do livro "Educação de Jovens e Adultos em debate"

Angela Dannemann
Engenheira química e especialista em avaliação de programas

Edneia Gonçalves
SOCIÓLOGA, ASSESSORA DE EDUCAÇÃO DA ONG AÇÃO EDUCATIVA

Natacha Costa
PSICÓLOGA, DIRETORA DA ASSOCIAÇÃO CIDADE ESCOLA APRENDIZ

tp - TERRITÓRIO DE PARTILHA

Além de garantir que as crianças e jovens possam estar na escola, precisamos refletir sobre como deve ser essa escola. A questão da permanência hoje deve ser pensada não só em termos de condições físicas, estruturais e materiais, mas também em novas formas de acolher o interesse das crianças e adolescentes.

Museu do Amanhã | Auditório
16.11 ÀS 14:00

Ciência é uma palavra feminina e feita por muitas de nós

Duília de Mello
Astrônoma brasileira colaborada da NASA e professora da Universidade Católica de Washington -EUA

Gabi Agustini
Fundadora e diretora executiva do Olabi

Joana D'Arc Félix de Souza
Pesquisadora e professora, cursou Química na Unicamp e em Harvard

Jude Kelly
Fundadora do Festival Women of the World

Mariéme Jamme
Empresária, blogueira , tecnologista e empreendedora social africana

tp - TERRITÓRIO DE PARTILHA

São muitas as mulheres que, ao longo da história, se destacaram nas áreas científicas e tecnológicas. Quatro delas estarão partilhando suas aventuras nesse campo, historicamente masculino.

Museu do Amanhã | Auditório
16.11 ÀS 16:00

Só há Desenvolvimento Sustentável com o protagonismo das mulheres

Rachel Biderman
diretora executiva do World Resources Institute Brasil

tp - TERRITÓRIO DE PARTILHA

Entre 1995 e 2015, o número de lares chefiados por mulheres no Brasil aumentou de 23% para 40%, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Naquele último ano, as Nações Unidas publicaram a Agenda 2030 – os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Eles constituem um conjunto de 17 metas para um mundo mais justo, sem fome e sem miséria. Interessa-nos, em particular, o ODS 05, que destaca que o combate à desigualdade de gênero é fundamental para o alcance do desenvolvimento sustentável de qualquer país. Discutiremos os caminhos para isso nesta mesa, enfatizando, dentre outras questões, a contribuição que os meios de comunicação podem dar para a disseminação de informações e para a mudança de comportamentos, a fim de se atingir este e os outros objetivos.

Museu do Amanhã | Auditório
16.11 ÀS 18:00

Regras iguais para o mundo do trabalho.

Eblin Farage
Coordenadora do Núcleo de estudos e Pesquisas sobre favelas e Espaços Populares (NEPFE)

Jude Kelly
Fundadora do Festival Women of the World

Mércia Silva
diretora executiva do Instituto Pacto Nacional

Nalu Faria
psicóloga que atua na Sempreviva Organização Feminista

Theo Sowa
CEO do Fundo Africano de Desenvolvimento da Mulher

tp - TERRITÓRIO DE PARTILHA

Vivenciamos um mundo onde há clara separação de tarefas consideradas adequadas aos homens e às mulheres. É fato que, em muitas situações, o trabalho realizado por homens é mais bem remunerado e valorado. Isso estampa a desigualdade de gênero no campo da atividade profissional e coloca, para as mulheres, desafios quanto à urgência de se lutar pelo fim da divisão sexual do trabalho e pela valorização e dignidade do trabalho humano sem as usuais hierarquias.

MAR | Sala 2.1
16.11 ÀS 11:00

O tipo de família que quero e posso ter apenas a mim cabe resolver

Ana Amélia Macedo
jornalista e autora

Luiza Valentim
mulher transexual e mãe

Stella Gigante
assistente social e perita

Vivian Fiorio
Jornalista

rc - RODAS DE CONVERSAS

A imagem de uma família formada por pai, mãe e filhos e filhas não corresponde mais à realidade. Os ventos positivos da mudança trazem o afeto e o cuidado como a base das novas famílias. É família com padrasto, madrasta, filhos do 1º, 2º, 3º casamento de um e outro, com duas mães, dois pais, com filhos adotados, criados... As possibilidades são muitas. Não cabe ao Estado querer normatizar a quem devemos amar e com quem casar e constituir uma família. Essa luta é central para a afirmação dos direitos individuais e ponto fundamental no enfrentamento da agenda conservadora. Assim, temos muito a falar sobre isso.

MAR | Sala 2.1
16.11 ÀS 14:00

Agroecologia e mulher, tudo a ver

Beth Cardoso
coordenadora do projeto Mulheres e Agroecologia em Rede

Francisca Nascimento
quebradeira de coco babaçu e Coordenadora Geral do MIQCB

Maria Emília Pacheco
antropóloga e assessora da Federação de Órgãos  para Assistência Social e Educacional (FASE)

Verônica Santana
líder feminista rural no Nordeste

rc - RODAS DE CONVERSAS

A ligação das mulheres com a energia da terra, da natureza faz parte de nossa caminhada como espécie. Nesse processo, as mulheres se revelam lideranças fundamentais na defesa de direitos, na construção de processos coletivos, formulação e materialização de lutas pela defesa da natureza e de seu uso de forma racional e sensível, em sua condição de bem comum. Não poderia ser diferente quando pensamos na agroecologia, um modelo alternativo de desenvolvimento rural sustentável, que respeita a diversidade de meios e modos de vidas locais, como a agricultura orgânica, a permacultura, dentre outras práticas. Há muito o que aprendermos nessa conversa coletiva. E teremos mulheres com energias lindas para tratar dessa relação nossa com a natureza e da forma de produzir respeitando-a como fonte de vida.

Armazém
16.11 ÀS 10:00

Dança intuitiva para mulheres

Inaê Moreira - Dança Intuitiva
Artista e profissional de circo

of - OFICINAS

Esta imersão direcionada a mulheres, objetiva criar um espaço onde seja permitido cuidar e reverenciar corpos que foram e continuam sendo subjugados, objetificados e reprimidos dentro da nossa história em sociedade, e seguem tentando transpor barreiras em busca de suas liberdades. Da memória para o gesto, pulsante, rítmico e compartilhado, trabalhando por meio de energias dinâmicas, com consciência através da respiração. A caminho de uma dança não coreografada, por isso chamada de "intuitiva".

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 18:30

Anelis Assumpção

Anelis Assumpção
Cantora e compositora

sf - SHOWS E FESTA

Anelis Assumpção apresenta músicas de seu mais recente trabalho, Taurina. As canções simbolizam o poder do feminimo e a sexualidade que, para a artista, refletem a própria capacidade das mulheres re(e)xistirem.

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 20:00

Letrux

Letrux
Cantora

sf - SHOWS E FESTA

A escritora, cantora, compositora, poeta e atriz Letícia Novaes, a Letrux, apresenta no WOW seu primeiro disco solo, Em noite de climão. Nas músicas, há altas doses de disco music e new age, elementos adicionados com a colaboração da guitarrista Natália Carrera, coprodutora do disco.

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 20:30

DJ Badsista

DJ Badsista
Dj

sf - SHOWS E FESTA

Badsista é mulher periférica, DJ e produtora musical, envolvida com a cena funk e eletrônica de São Paulo. Transita também pela cena house e tecno. Por onde passa, dissemina o fortalecimento e a possibilidade de mulheres e pessoas periféricas atuarem na música.

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 21:00

Elza Soares (participação Ilu Obá de Min)

Elza Soares
Cantora

Ilú Obá de Min
instituição, intervenção cultural

sf - SHOWS E FESTA

Deusa mulher é o último disco de Elza Soares, e o segundo, depois de Mulher do fim do mundo, abertamente feminista. Deusa Mulher se entrega ao rock não apenas na estrutura musical, mas na postura punk e anárquica. Um desvendar da alma feminina, debates sobre religião, o florescer da sexualidade e violência urbana. Neste show Elza conta com a participação do bloco afro Ilu obá de min

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 22:30

DJ Badsista

DJ Badsista
Dj

sf - SHOWS E FESTA

Badsista é mulher periférica, DJ e produtora musical, envolvida com a cena funk e eletrônica de São Paulo. Transita também pela cena house e tecno. Por onde passa, dissemina o fortalecimento e a possibilidade de mulheres e pessoas periféricas atuarem na música.

Museu do Amanhã | Observatório
16.11 ÀS 10:00

Memórias e escrevivência com Conceição Evaristo

Conceição Evaristo
Escritora

of - OFICINAS

A celebração da memória dos povos diaspóricos, antes de tudo, é o reconhecimento do poder da oralidade. Entretanto, em sociedades fudamentadas no registro escrito, coletividades que tiveram suas memórias agredidas podem retomá-las a partir da escrita como gestos afirmativos de suas identidades. A escritora Conceição Evaristo, com objetos e um vídeo, convoca a memória cultural e a produção textual. Recomendada para professores da rede pública de ensino.

Museu do Amanhã | Observatório
16.11 ÀS 14:00

Que história você está construindo?

Viviane Duarte
CEO DO PLANO FEMININO E PRESIDENTE DO INSTITUTO PLANO DE MENINA

of - OFICINAS

A oficina “Que história você está construindo?” estimula jovens a reconhecerem sua marca pessoal, seu propósito e autoestima para realizarem seus sonhos e propósitos. Uma oficina para as meninas se reconhecerem como potências e para estimulá-las a gostarem de quem são, independentemente de estereótipos e padrões, e a criarem planos e se colocarem em primeiro lugar. Recomendada para jovens mulheres entre 13 a 24 anos.

Museu do Amanhã | Observatório
16.11 ÀS 17:00

ABC do prazer feminino

Juliana Marques
comunicóloga e consultora de produtos sensuais

of - OFICINAS

O workshop oferecido pela Libera.te segue os princípios da educação de adultos, como motivação, compreensão e pertinência dos conteúdos por meio de envolvimento emocional (pertencimento) e interatividade, assim como é trabalhada a necessidade social de autoafirmação positiva, com a discussão de tabus e quebra de preconceitos. O conteúdo é focado na anatomia sexual e o gozo feminino; mitos e empoderamento feminino por meio do orgasmo.

Recomendada para mulheres a partir de 18 anos.

Museu do Amanhã | LAA
16.11 ÀS 11:00

Mulheres negras pautam o futuro: pensamento computacional

of - OFICINAS

O Olabi/Pretalab propõe 8 oficinas voltadas para as relações entre tecnologia e as artes, a partir de múltiplos olhares, onde a diversidade e os direitos humanos estão no centro do processo. Os principais temas abordados são bioarte, cosméticos naturais, segurança digital e impressão 3D aplicada à produção de vestuário. Ao apresentar os princípios do pensamento computacional e da segurança digital, conecta as mulheres com a tecnologia e a inovação.

Museu do Amanhã | LAA
16.11 ÀS 15:00

Mulheres negras pautam o futuro: cosméticos naturais

of - OFICINAS

O Olabi/Pretalab propõe 8 oficinas voltadas para as relações entre tecnologia e as artes, a partir de múltiplos olhares, onde a diversidade e os direitos humanos estão no centro do processo. Os principais temas abordados são bioarte, cosméticos naturais, segurança digital e impressão 3D aplicada à produção de vestuário. Ao apresentar os princípios do pensamento computacional e da segurança digital, conecta as mulheres com a tecnologia e a inovação.

MAR | Auditório
16.11 ÀS 11:00

O poder/lugar de fala contra o silenciamento das vozes femininas

Djamila Ribeiro
Mestre em filosofia política, feminista e pensadora brasileira

Dríade Aguiar
uma das fundadores do Mídia NINJA e gestora de comunicação da rede de coletivos Fora do Eixo

Elisa Lucinda
Poetisa, jornalista, professora, cantora e atriz brasileira

Joana Gorjão Henriques
Jornalista e escritora

fv - FÓRUM DE VIVÊNCIAS

Existem muitas maneiras de silenciar a voz das mulheres. São formas sutis presentes no cotidiano e, ao mesmo tempo, sofisticadas na forma como a sociedade se estrutura. Refletir e revelar sobre como o colonialismo, o patriarcado e a opressão são mecanismos que forjam o silenciamento das mulheres é urgente. Muitas lutas, nesse sentido, vêm acontecendo como resposta a tal contexto. São expressões que se fazem presentes a partir da arte, da comunicação e de novas narrativas que abordam questões em torno do feminismo e da luta antirracista, por exemplo.

MAR | Auditório
16.11 ÀS 14:00

A revolução já está acontecendo e ela é digital: o impacto social das blogueiras e influenciadoras d

Ana Paula Xongani
bacharel em design, sócia-fundadora e estilista da Xongani

Angélica Ferrarez
historiadora, professora e ativista social

Carla Fernandes
Presidente da associação Afrolis

Maíra Azevedo (Tia Má)
jornalista, humorista e atriz

fv - FÓRUM DE VIVÊNCIAS

A tecnologia digital transformou a forma de produção, circulação e consumo de ideias, produtos culturais, cidadania, participação política. A juventude, nesse sentido, vem tendo um papel central na utilização dessa tecnologia. De fato, os espaços criados a partir de novas formas de comunicação são cada vez mais ocupados pela juventude. Venha conhecer o que pensam e fazem algumas dessas jovens influenciadoras digitais.

MAR | Auditório
16.11 ÀS 16:00

A literatura das mulheres

Noemi Jaffe
Escritora paulista, professora de Escrita Criativa e crítica literária

Scholastique Mukasonga
Escritora

Taiye Selasi
Escritora e fotógrafa

Tania de Montaigne
Colunista e escritora francesa

fv - FÓRUM DE VIVÊNCIAS

Gloria Anzaldúa, em sua carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo, afirma que no ato de escrever “reside nossa sobrevivência, porque uma mulher que escreve tem poder. E uma mulher com poder é temida.” Esse poder de comunicar, todavia, não vem da retórica, mas do “sangue, pus e suor”. É sobre essa escrita telúrica, intensa e viva que queremos refletir junto com você neste painel.

MAR | Sala 2.2
16.11 ÀS 11:00

A conversa aqui é eles com elas pela igualdade de gênero.

Avanildo Silva
agrônomo e ativista

rc - RODAS DE CONVERSAS

A discussão da masculinidade pela igualdade de gênero tem se tornado uma importante forma de pensar o mundo onde homens e mulheres partilham desejos e vida comuns, a partir da compreensão de que não é possível aceitar nenhum tipo de hierarquização e opressão entre gêneros. Essa é uma abordagem que considera fundamental a participação dos homens na construção de uma sociedade que supere o histórico machismo eo patriarcado como determinantes nas relações entre homens e mulheres.

MAR | Sala 2.2
16.11 ÀS 14:00

As dores das mortes violentas presentes no cotidiano das mulheres

Ludmila Curi
Cineasta e jornalista

Scholastique Mukasonga
Escritora

Silvia Ramos
Cientista social

rc - RODAS DE CONVERSAS

Mortes e ferimentos provocados por ações violentas costumam atingir, serem narrados e justificados a partir do ponto de vista masculino. No entanto, como mães, filhas e/ou membros de forças de segurança, as mulheres são diretamente afetadas por essas tragédias, tendo de lidar diariamente com a dor das perdas de entes queridos, casas e territórios, além de, cada vez mais, serem as vítimas diretas dos conflitos. Buscar caminho para romper com o ethos masculino violento e encontrar caminhos femininos para lidar com a violência é o objetivo desta roda de conversa.

MAR | Sala 2.2
16.11 ÀS 16:00

Pode haver democracia sem acessibilidade? O que saber, o que fazer a respeito

Leila Scaf
Arquiteta, participa da Rede Territórios Acessíveis

Maria Antonia Goulart
Ativista, bacharel em Direito e mestranda em saúde pública pela Fiocruz

Tanzila Khan
Ativista, Escritora e fundadora da ONG Creative Alley

rc - RODAS DE CONVERSAS

O incentivo e o contato, desde cedo, com uma cultura inclusiva no campo da acessibilidade contribuem para que se efetivem políticas públicas democráticas, que garantam os direitos de cidadãos e cidadãs que demandam o reconhecimento pelo direito de ir e vir, independente da deficiência que possuam. Acessibilidade quer dizer garantia concreta de existência de espaços públicos seguros, nos quais a pessoa com deficiência possa circular com autonomia, utilizando equipamentos apropriados a suas demandas. Nesta Roda, você poderá conhecer a trajetória inspiradora de mulheres ativistas com deficiência ou que trabalham com esse público.

MAR | Sala 3.1
16.11 ÀS 11:00

Artivistas: arte como luta social

Cristiane Sobral
Escritora, atriz e professora de teatro

Diane Lima
Curadora, pesquisadora e diretora criativa

Jarid Arraes
Escritora, poetisa e cordelista

Lia Rodrigues
bailarina e coreógrafa

fv - FÓRUM DE VIVÊNCIAS

Em um mundo cada vez mais em conflito e com os grupos conservadores cada vez mais fortalecidos, as lutas pelos direitos sociais devem estar presentes em todos os campos sociais. Não há neutralidade possível. Artivistas são artistas que, sozinhas ou em coletivos, fazem uso da criação artística como forma de ativismo. Elas materializam ações sociais e políticas que problematizam e desnaturalizam a realidade. Para isso, as artivistas utilizam as mais diversas linguagens artísticas, a fim de agirem no mundo. Venha conhecer algumas delas.

Línguas: português, libras.

Tradução: português-inglês

MAR | Sala 3.1
16.11 ÀS 14:00

Sou artista e um dos meus fazeres é empreender

Constança Scofield
música e advogada

Gabi Monteiro
diretora criativa e pesquisadora

Giordana Moreira
Produtora Cultural

te - TROCAS DE EXPERIÊNCIAS

Mulheres do campo artístico-cultural que refletem, criam, experimentam, vivenciam, trocam e se organizam em processos politicos. A possibilidade de um diálogo fundado na inovação, na empatia e na capacidade de criação. Mulheres que inventam suas próprias formas de empreender.

MAR | Sala 3.1
16.11 ÀS 16:00

Vozes de mulheres online: o que elas vem dizendo?

Aparna Hedge
Uroginecologista, pesquisadora e empreendedora social

Juliana de Faria
fundadora do ONG de direitos das mulheres "Think Olga"

Lulú Barrera
Fundadora do Luchadoras

te - TROCAS DE EXPERIÊNCIAS

São muitos os espaços virtuais que as mulheres vem trazendo suas ideias e posições. A tecnologia tem sido um recurso importante utilizado para promover os direitos das mulheres, compartilhar suas experiências e refletir sobre desafios historicos que as essas enfrentam. São muitas frentes de batalhas como: o combate à violência contra a mulher, ao feminícdio, ao sexismo, ao machismo, dentre outras.

MAR | Sala 3.2
16.11 ÀS 10:00

Race Cards

pe - PERFORMANCE

Race Cards é uma instalação participativa que convida o público a repensar sobre as tensões raciais, violências e discriminações presentes em nosso cotidiano. Durante a imersão criada pela artista inglesa Selina Thompson, somos convidados em pequenos grupos a elaborar respostas para perguntas tão delicadas quanto difíceis: Qual o impacto psicológico a longo prazo a supremacia branca tem sobre pessoas negras? Por que as pessoas acreditam que o racismo vai acabar por conta própria com o passar do tempo? Radicada em Leeds, na Inglaterra, Selina Thompson tem uma obra de caráter lúdico, participativo e intimista, que lança um olhar sobre questões de identidade e seus reflexos em nossos corpos, vidas e espaços.

MAR | Sala 3.3
16.11 ÀS 11:00

Você tem fome de quê: consciência e sáude na alimentação

Mariana Aleixo
Coordenadora do Projeto Maré de Sabores

Regina Tchelly
CHEF DE COZINHA E IDEALIZADORA DO PROJETO FAVELA ORGÂNICA

Sonia Hirsch
escritora, editora e palestrante. Autora de “Prato feito”, “Deixa sair” e “Só para mulheres”

te - TROCAS DE EXPERIÊNCIAS

Pensar a alimentação nos dias de hoje significa não apenas aprimorar o cuidado com a própria saúde mas, também, ampliar a consciência sobre a produção de alimentos em nossa sociedade. Alimentos industrializados e processados causam mais danos do que benéficos à saúde, além de serem produzidos pela indústria da monocultura, transgênicos e agrotóxicos, excluindo o pequeno produtor. Mulheres que se contrapõe a este modelo vão nos ajudar a pensar os benefícios individuais e sociais de compreendermos a  saúde de uma forma integral.

MAR | Sala 3.3
16.11 ÀS 14:00

Funk you: o lugar de mulher é onde ela quiser

Adriana Facina
professora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/Museu Nacional/UFRJ

Mc Rebecca
mc e Rainha das Passistas do Salgueiro

Valesca Popozuda
cantora, dançarina, empresária e escritora

te - TROCAS DE EXPERIÊNCIAS

Sem sombra de dúvida, o funk, é um espaço ocupado, de maneira significativa, por homens. Mas não que elas não tenham o seu lugar de reconhecimento. São vozes potentes que ecoam das periferias e favelas brasileiras, trazendo o sentido maior de um lugar de fala que impõe respeito e representatividade. Um estilo musical que apresenta, muitas vezes, controvérsias pelas músicas que alguns Mc’s homens compõem, colocando as mulheres num lugar de objetificação e, ao mesmo tempo, com mulheres Mc’s que escrevem letras que apresentam na essência o poder da mulher negra e da periferia.

MAR | Sala 3.3
16.11 ÀS 16:00

Sem fronteiras: mulheres que se aventuram a pesquisar formas de viver fora do Brasil

Ana Cláudia Gonçalves
professora de biologia e pesquisadora

Enoe de Moraes
psicóloga e coordenadora do NEADI

te - TROCAS DE EXPERIÊNCIAS

Muitas mulheres pesquisadoras brasileiras estiveram fora do país, nos últimos anos. Nessas andanças vivenciaram trocas de experiências, fizeram colaborações científicas e alargaram seu olhar sobre suas existências e as diferentes perspectivas que marcam o Brasil e outros países. Quando retornam, não poderia ser diferente, a bagagem vem recheada de novos conhecimentos e repertórios que vamos conhecer numa conversa cheia de histórias para contar.

Praça Mauá | Tenda Dandara
16.11 ÀS 13:00

Mulheres ao vento

Mulheres ao Vento
Grupo de dança

pe - PERFORMANCE

A performance é fragmento do espetáculo Obinrin: ventos da maré, estreado em 2016 no Centro de Artes da Maré, pelas alunas do projeto. Ventos da Maré discute o poder do encontro das narrativas de mulheres diversas, que nos re-conectam a um poder ancestral. Mulheres ao Vento é um projeto de dança que percorre a afro-brasilidade atrelada ao feminismo negro, com intuito de disseminar a cultura de matriz africana através da arte, principalmente as artes cênicas, aliando a discussão de temas transversais pertinentes para a promoção da diversidade, igualdade de gênero e do respeito. Trabalha com mulheres da Maré através de temas transversais, e da difusão e capacitação artística em territórios populares através de uma metodologia teórico-prática que valoriza a troca de saberes.

Coreografia e Direção: Andreza Jorge e Simonne Alves.

Interpretes: Adriana da Silva, Ana Lucia, Alexandra Correa, Anália Melo, Beatriz Oliveira, Carla Maria, Edna Santos, Eliane Martins, Irenilda da Silva, Josefa Cardoso, Leila Silva, Lenice Pequeno, Luiza dos Santos, Mãe Nani, Maria de Lourdes, Maria de Fátima e Rosimere Gomes, Simonne Alves.

Direção Musical: Simonne Alves

 

 

A dimensão  “Mulheres em Diálogos” consiste em 7 categorias:

  Território de Partilha

Quatro expositoras debatem entre si, o assunto em pauta, elaborando uma abordagem geral sobre o tema.  

  Rodas de Conversas

Tem como objetivo recortar, detalhar ou aprofundar os assuntos abordados nos Territórios de Partilhas. 

  Trocas de Experiências

Representantes de organizações compartilham sua experiência, entre profissionais que atuam no mesmo setor e a plateia. 

  Fórum de Vivências

Em formato de auditório, momento destinado à troca de ideias e opiniões sobre assuntos atuais de interesse das mulheres.

  Compartilhando Trajetórias

As expositoras irão realizar um relato de sua trajetória.

  Vidas em Conexão 

A mentoria é uma ferramenta de desenvolvimento pessoal e profissional. É um encontro entre duas pessoas, uma mais experiente responde às questões colocadas, impulsionando a inovação e a criatividade.

  Oficinas

As oficinas são uma metodologia de trabalho que consiste na aprendizagem e formação coletiva através da interação e troca de saberes, conduzida por um responsável que articula teoria e prática, a partir da realidade concreta.