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Para ver todas as atividades da programação, selecione o dia, arraste para a direita e para baixo.Em cada box de atividade você poderá fazer a PRÉ-INSCRIÇÃO que deverá ser trocada na BILHETERIA pelo INGRESSO uma hora antes do início de cada atividade apresentando o código de barras pelo celular ou impresso. 
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A troca dos ingressos online precisam ser feita até 20 minutos antes do horário da programação para qual você se inscreveu. Após isso, as entradas vão ser destinadas para o público presente.

 
16.11
Sexta-feira
Armazém | Espaço Dandara Armazém | Espaço Marcia X Armazém | Espaço Nise da Silveira Armazém | Exposições MAR | Arquibancada (pilotis) MAR | Auditório MAR | Sala 2.1 MAR | Sala 2.2 MAR | Sala 3.1 MAR | Sala 3.2 MAR | Sala 3.3 MAR | Salas Expositivas Museu do Amanhã | Auditório Museu do Amanhã | LAA Museu do Amanhã | Lounge Museu do Amanhã | Observatório Museu do Amanhã | Salas Expositivas Museu do Amanhã | Terreiro Praça Mauá Praça Mauá | Boulevard Olímpico Praça Mauá | Instalação Praça Mauá | Palco Principal Praça Mauá | Stands
10:00
Oficina de formação feminista e de combate à...
Dança intuitiva para mulheres
Interpretando
Mulheres, Agroecologia e Trabalho
Race Cards
Mulheres na coleção MAR | Abertura
Boas vindas ao WOW
Mulheres negras pautam o futuro: impressão 3D aplicada...
Memórias e EscreVivências
Intervenção - As mulheres que fizeram o Amanhã
Feira DELAS
Mulheres Ativistas
10:30
Origem
Visitas mediadas - O Amanhã pelo olhar das mulheres
Mesas de ping pong
11:00
O poder das ervas
O poder/lugar de fala contra o silenciamento das vozes...
O tipo de família que quero e posso ter apenas a mim...
A conversa aqui é eles com elas pela igualdade de...
Artivistas: arte como luta social
Você tem fome de quê: consciência e saúde na...
O ser humano que nós, mulheres, pensamos e queremos e...
Mentorias: Vidas em Conexão
Vestindo as cores da África: história dos tecidos...
11:30
Race Cards
12:00
Oficina de bateria para garotas!
13:00
Mulheres ao vento
14:00
A Mulher - A Matriarca Afrocentrada e a Circularidade
A palavra através do espelho
A revolução já está acontecendo: o impacto social...
Agroecologia e mulher, tudo a ver
As dores das mortes violentas presentes no cotidiano...
Sou artista e um dos meus fazeres é empreender
Race Cards
Funk you: O lugar da mulher é onde ela quiser
Ciência é uma palavra feminina e feita por muitas de...
Mulheres negras pautam o futuro: segurança digital
Converse com uma cientista
Que história você está construindo?
14:30
Diálogo em jogo: feminismos e novos mundos possíveis....
15:00
Vestindo as cores da África: história dos tecidos...
15:30
Race Cards
Cortejo em forma de mandala: Todas as mulheres pela paz
16:00
Artesãs da Maré: a sobrevivência está em nossas...
AfroFunk
A literatura das mulheres
Saúde Mental
Pode haver democracia sem acessibilidade? O que saber,...
Vozes de mulheres online: o que elas vem dizendo?
Sem fronteiras: mulheres que se aventuram a pesquisar...
Só há desenvolvimento sustentável com o protagonismo...
WOW Bites: Compartilhando trajetórias
17:00
O Rolé das faveladas: a real revitalização da zona...
Slap & Tickle
Race Cards
Mulheres negras pautam o futuro: limpeza consciente
ABC do prazer feminino
18:00
O Brasil de hoje para as mulheres: perspectivas
Regras iguais para o mundo do trabalho
Cortejo do bloco Ilu Oba de Min pela Praça Mauá
19:00
Anelis Assumpção
19:30
DJ Badsista
20:00
Slap & Tickle
Letrux
20:30
DJ Badsista
21:00
Elza Soares (participação Ilu Obá de Min)
22:30
DJ Badsista
Armazém | Espaço Dandara
16.11 ÀS 10:00

Oficina de formação feminista e de combate à violência contra meninas e mulheres - Oitava Feminista

Natália Kleinsorgen
jornalista, Mestre em Mídia e Cotidiano

Thais Rodrigues
Mestre em Educação

of - OFICINAS

A oficina, proposta pelo coletivo Oitava Feminista, se propõe a trabalhar para emancipação e autonomia de meninas e mulheres, a partir de formação feminista, no tema do combate à violência masculina. Pode servir tanto para a integração de feministas e mulheres em processo de despertar crítico, e também como ferramenta para a realização de outras oficinas. O objetivo é que as mulheres saiam da atividade com a certeza de que vivemos violências comuns, mas, principalmente, alinhadas aos propósitos de combater as violências, e confiar na luta feminista.

Duração do evento: 10h00 - 12h30


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Armazém | Espaço Dandara
16.11 ÀS 14:00

A Mulher - A Matriarca Afrocentrada e a Circularidade

Pituka Nirobe
Escritora, Bibliotecária, Atriz, Diretora Artística de Produção e Técnica de Espetáculos

rc - RODAS DE CONVERSAS

As vivências quilombolas de Pituka Nirobe serão compartilhadas na roda de conversa “A Mulher - A Matriarca Afrocentrada e a Circularidade”.

Duração do evento: 14h00 - 15h00

Armazém | Espaço Dandara
16.11 ÀS 16:00

Artesãs da Maré: a sobrevivência está em nossas mãos

of - OFICINAS

A oficina A sobrevivência está em nosas mãos irá replicar a metodologia de trabalho coletiva e a arte do crochê feita pelas artesãs da Maré. O grupo foi fundado em 1998 e é composto por mulheres hipertensas, diabéticas e algumas com sindrome do pânico em função da violência social e policial nas comunidades da Maré. Todas sabiam fazer crochê e passaram a fazer vestidos de crochê que pudessem ser feitos por todas ao mesmo tempo. Fazem parte do movimento de economia solidaria e comércio justo; e hoje vendem sua arte em crochê nas feiras do Circuito Carioca de Economia Solidária, garantindo uma renda mensal a cada uma delas.

Duração do evento: 16h00 - 17h00


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Armazém | Espaço Dandara
16.11 ÀS 17:00

O Rolé das faveladas: a real revitalização da zona portuária Coletivo Entre o céu e a favela

Cintia Sant'Anna
Atriz e produtora cultural

Elen Ferreira
Colaboradora e membro do Coletivo Negro Luisa Mahin

of - OFICINAS

O Rolé dos Favelados é um tour criado pelo guia turístico Cosme Felippsen que acontece, em geral, no Morro da Providência e em parceria com ativistas da favela. O objetivo deste projeto é desafiar os estereótipos negativos associados às favelas, mostrando a comunidade do ponto de vista dos moradores. Nesta edição, o tour será com as faveladas Cintia Sant'Anna e Elen Ferreira, que descem com o Rolé para o asfalto, para questionar até onde a revitalização atingiu o objetivo proposto inicialmente. O tour irá atravessar a região portuária, mostrando os locais que não foram revitalizados, tão pouco receberam investimentos.

Duração do evento: 16h00 - 19h00

Armazém | Espaço Marcia X
16.11 ÀS 10:00

Dança intuitiva para mulheres

Dança Intuitiva
Inaê Moreira

of - OFICINAS

Esta imersão direcionada a mulheres, objetiva criar um espaço onde seja permitido cuidar e reverenciar corpos que foram e continuam sendo subjugados, objetificados e reprimidos dentro da nossa história em sociedade, e seguem tentando transpor barreiras em busca de suas liberdades. Da memória para o gesto, pulsante, rítmico e compartilhado, trabalhando por meio de energias dinâmicas, com consciência através da respiração. A caminho de uma dança não coreografada, por isso chamada de "intuitiva".

Duração do evento: 10h00 - 12h00


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Armazém | Espaço Marcia X
16.11 ÀS 13:00

Mulheres ao vento

Mulheres ao Vento
Grupo de dança

ac - ARTE E CULTURA

A performance é fragmento do espetáculo Obinrin: ventos da maré, estreado em 2016 no Centro de Artes da Maré, pelas alunas do projeto. Ventos da Maré discute o poder do encontro das narrativas de mulheres diversas, que nos re-conectam a um poder ancestral. Mulheres ao Vento é um projeto de dança que percorre a afro-brasilidade atrelada ao feminismo negro, com intuito de disseminar a cultura de matriz africana através da arte, principalmente as artes cênicas, aliando a discussão de temas transversais pertinentes para a promoção da diversidade, igualdade de gênero e do respeito. Trabalha com mulheres da Maré através de temas transversais, e da difusão e capacitação artística em territórios populares através de uma metodologia teórico-prática que valoriza a troca de saberes.

Coreografia e Direção: Andreza Jorge e Simonne Alves.

Interpretes: Adriana da Silva, Ana Lucia, Alexandra Correa, Anália Melo, Beatriz Oliveira, Carla Maria, Edna Santos, Eliane Martins, Irenilda da Silva, Josefa Cardoso, Leila Silva, Lenice Pequeno, Luiza dos Santos, Mãe Nani, Maria de Lourdes, Maria de Fátima e Rosimere Gomes, Simonne Alves.

Direção Musical: Simonne Alves

Duração do evento: 13h00 - 13h30

Armazém | Espaço Marcia X
16.11 ÀS 17:00

Slap & Tickle

Liz Aggiss
dançarina e coreógrafa contemporânea

ac - ARTE E CULTURA

Provocadora, anárquica e sem pudores: assim é Slap and Tickle, performance onde artista multimídia britânica Liz Aggiss convida o público para uma mergulho profundo nos tabus, contradições e representações sociais sobre o que é ser mulher e seus inúmeros papéis: de mães a filhas, meninas e velhas, loucas e santas. O espetáculo é um deleite visual, que se debruça sobre diversas técnicas de dança, poesia, manipulação de objetos e música para desorientar os espectadores em uma irreverente epopeia feminista.

Tradução: português-inglês

Duração do evento: 17h00 - 18h00


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Armazém | Espaço Marcia X
16.11 ÀS 20:00

Slap & Tickle

Liz Aggiss
dançarina e coreógrafa contemporânea

ac - ARTE E CULTURA

Provocadora, anárquica e sem pudores: assim é Slap and Tickle, performance onde artista multimídia britânica Liz Aggiss convida o público para uma mergulho profundo nos tabus, contradições e representações sociais sobre o que é ser mulher e seus inúmeros papéis: de mães a filhas, meninas e velhas, loucas e santas. O espetáculo é um deleite visual, que se debruça sobre diversas técnicas de dança, poesia, manipulação de objetos e música para desorientar os espectadores em uma irreverente epopeia feminista.

Tradução: português-inglês

Duração do evento: 20h00 - 21h00


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Armazém | Espaço Nise da Silveira
16.11 ÀS 11:00

O poder das ervas

Mãe Celina de Xangô
produtora de rádio e Produtora Cultural

of - OFICINAS

A oficina de ervas irá apresentar para os participantes do WOW diversas formas de autoproteção e cuidado utilizando produtos que a natureza oferece. Mãe Celina de Xangô foi criada pela bisavó, avó e mãe, buscando ervas no quintal de casa para fazer xaropes, chás e banhos. No candomblé aprimorou seus conhecimentos, práticas, e descobriu que deveria transmitir esses ensinamentos, enquanto parte da sua missão como mãe de Santo.

Duração do evento: 11h00 - 12h30


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Armazém | Espaço Nise da Silveira
16.11 ÀS 14:00

A palavra através do espelho

Dácia Teles
assistente social

Janete Santos Ribeiro
professora especialista em EJA

of - OFICINAS

Roda de saberes voltada para mulheres com o objetivo de provocar reflexões e trocas sobre o "ser mulher" diante as opressões estéticas vividas nesta sociedade, apontando para a necessidade de nos cuidarmos a partir do legado da ancestralidade. Trata-se de uma experiência política que nos remete às metodologias das rodas circulares que estimulam a conexão com o sagrado feminino por meio da palavra. O propósito desta vivência é de que as mulheres passem a se perceber como parte de uma rede em que é possível se associar e mobilizar outras mulheres, utilizando a fala como um instrumento viabilizador de lutas em prol de direitos e de outro "vir a ser".

Duração do evento: 14h00 - 15h30


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Armazém | Exposições
16.11 ÀS 10:00

Interpretando

Bruna Manso
fotógrafa

at - ATIVISMO

A exposição "Interpretando" foi produzida a partir de um ensaio fotográfico real. Os "personagens" são meninas do Morro da Providência inseridas precocemente em diferentes contextos durante a infância/adolescência. São elas que dividem com as mães as tarefas domésticas, encaram ao mesmo tempo escola e gestação, lidam com a ausência de laços paternos, enfrentam as mais diversas e complexas situações em um momento singular do seu desenvolvimento. "Interpretando" propõe uma reflexão sobre a perspectiva dessas futuras mulheres, possibilitando que elas brinquem de ser quem são enquanto a vida adulta insiste em se apressar.

Duração do evento: 10h00 - 20h00

Armazém | Exposições
16.11 ÀS 10:30

Origem

Coletiva Era
fotógrafas

at - ATIVISMO

Uma exposição sobre mulheres, senhoras comuns que trazem resistência e persistência no corpo. Quando pensamos em mulheres fortes, lembramos de diversas mulheres que têm sua luta explícita no próprio cotidiano, estabelecendo-a através da própria existência. Nossa ancestralidade é nossa força. A mostra pretende trazer retratos do feminismo contemporâneo que ativa o encontro das diferenças e dos enfrentamentos diários pelos quais passam aquelas que vieram antes de nós.

Duração do evento: 10h00 - 20h00

MAR | Arquibancada (pilotis)
16.11 ÀS 10:00

Mulheres, Agroecologia e Trabalho

Beth Cardoso
coordenadora do projeto Mulheres e Agroecologia em Rede

Graciete Santos
socióloga, educadora social e ativista do movimento agroecológico

of - OFICINAS

As mulheres encontram diariamente situações consideradas naturais mas, na verdade, são construídas pela sociedade. Uma delas é a divisão sexual do trabalho, quando se atribui a homens e mulheres a responsabilidade sobre tarefas diferentes. A Campanha Pela Divisão Justa do Trabalho Doméstico nasceu da pergunta de mulheres agricultoras: por que há tanta dificuldade de as mulheres acessarem as políticas públicas, até as voltadas para elas? De forma geral, essa jornada de trabalho exercida pelas mulheres e meninas compromete seu desenvolvimento humano: substituindo, por exemplo, as brincadeiras, os estudos e a sociabilidade como um todo. Através de dinâmicas e materiais lúdicos, queremos pensar nas estratégias de diminuir nossas sobrecargas e de fortalecer e valorizar nosso trabalho, rural ou urbano.

Duração do evento: 10h00 - 11h30

MAR | Arquibancada (pilotis)
16.11 ÀS 12:00

Oficina de bateria para garotas!

Ge Vasconcelos
baterista e percussionista

Julie Sousa
baterista

of - OFICINAS

O propósito da oficina é estimular o interesse de mulheres e crianças pela bateria, ao mesmo tempo em que será desmistificada a ideia de que este é um instrumento majoritariamente "masculino". Serão compartilhados conhecimentos básicos sobre o instrumento, além de oferecer a oportunidade das participantes do WOW a terem sua primeira experiência prática na bateria. A oficina faz parte do projeto desenvolvido desde 2016 pela Hi Hat Girls Magazine, coletivo independente de mulheres bateristas, responsável pela primeira revista sobre mulheres bateristas da América Latina.

Duração do evento: 12h00 - 14h00


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MAR | Arquibancada (pilotis)
16.11 ÀS 14:30

Diálogo em jogo: feminismos e novos mundos possíveis. Agora juntas

Bibiana Serpa
co-gestora da Agora Juntas

Larissa Munck
montadora audiovisual e co-gestora da Agora Juntas

of - OFICINAS

A oficina se desenvolve a partir de ferramentas visuais e materiais para troca de conhecimento e fala/escuta ativa em grupo. Por meio de um jogo, busca-se explorar os feminismos e nossas trajetórias enquanto mulheres na luta por direitos e visibilidade. O principal objetivo é mediar o debate e a coexistência de subjetividades distintas, convergentes e divergentes, tornando-as tangíveis. Ao fim da experiência do jogo dialógico, o resultado é uma peça totalmente única que materializa a diversidade dos nossos desejos e percepções feministas.

Duração do evento:  14h30 - 15h30

MAR | Arquibancada (pilotis)
16.11 ÀS 16:00

AfroFunk

Afrofunk
Oficina de dança

of - OFICINAS

A Oficina de Afrofunk mistura diversos ritmos afro contemporâneos e suas essências ancestrais. Em busca da descolonização do corpo feminino, a oficina une dança e história promovendo uma conexão entre mente, corpo e espírito enquanto pesquisa a ciência do rebolado. A idéia é lançar um novo olhar sobre o corpo feminino usando a dança como ferramenta de empoderamento corporal e intelectual.

Recomendada para mulheres a partir de 19 anos

Duração do evento: 16h00 - 17h30

MAR | Auditório
16.11 ÀS 11:00

O poder/lugar de fala contra o silenciamento das vozes femininas

Djamila Ribeiro
Mestre em filosofia política, feminista e pensadora brasileira

Dríade Aguiar
fundadora do Mídia NINJA e gestora de comunicação da rede de coletivos Fora do Eixo

Joana Gorjão Henriques
Jornalista e escritora

fv - FÓRUM DE VIVÊNCIAS

Existem muitas maneiras de silenciar a voz das mulheres. São formas sutis presentes no cotidiano e, ao mesmo tempo, sofisticadas na forma como a sociedade se estrutura. Refletir e revelar sobre como o colonialismo, o patriarcado e a opressão são mecanismos que forjam o silenciamento das mulheres é urgente. Muitas lutas, nesse sentido, vêm acontecendo como resposta a tal contexto. São expressões que se fazem presentes a partir da arte, da comunicação e de novas narrativas que abordam questões em torno do feminismo e da luta antirracista, por exemplo.

Duração do evento: 11h00 - 12h30


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MAR | Auditório
16.11 ÀS 14:00

A revolução já está acontecendo: o impacto social das blogueiras e influenciadoras digitais

Ana Paula Xongani
bacharel em design, sócia-fundadora e estilista da Xongani

Angélica Ferrarez
historiadora, professora e ativista social

Carla Fernandes
Presidente da associação Afrolis

Maíra Azevedo (Tia Má)
jornalista, humorista e atriz

fv - FÓRUM DE VIVÊNCIAS

A tecnologia digital transformou a forma de produção, circulação e consumo de ideias, produtos culturais, cidadania, participação política. A juventude, nesse sentido, vem tendo um papel central na utilização dessa tecnologia. De fato, os espaços criados a partir de novas formas de comunicação são cada vez mais ocupados pela juventude. Venha conhecer o que pensam e fazem algumas dessas jovens influenciadoras digitais.

Duração do evento: 14h00 - 15h30


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MAR | Auditório
16.11 ÀS 16:00

A literatura das mulheres

Jude Kelly
Fundadora do Festival Women of the World

Noemi Jaffe
Escritora paulista, professora de Escrita Criativa e crítica literária

Scholastique Mukasonga
Escritora

Tania de Montaigne
Colunista e escritora francesa

fv - FÓRUM DE VIVÊNCIAS

Gloria Anzaldúa, em sua carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo, afirma que no ato de escrever “reside nossa sobrevivência, porque uma mulher que escreve tem poder. E uma mulher com poder é temida.” Esse poder de comunicar, todavia, não vem da retórica, mas do “sangue, pus e suor”. É sobre essa escrita telúrica, intensa e viva que queremos refletir junto com você neste painel.

Duração do evento: 16h00 - 17h30


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MAR | Auditório
16.11 ÀS 18:00

O Brasil de hoje para as mulheres: perspectivas

Bel Juruna
agente de saúde e ativista indígena

Clarisse Paradis
professora e pesquisadora

Luciene Lacerda
Psicóloga

fv - FÓRUM DE VIVÊNCIAS

A presença massiva das mulheres nas lutas populares, a visibilidade e a força da agenda feminista são marcos do período recente das resistências e mobilizações em todo o mundo. Vivemos uma ofensiva neoliberal, que ataca a democracia e dá um novo impulso aos processos de mercantilização e militarização, que atacam os corpos, os territórios e os modos de vida das mulheres. Na construção cotidiana da auto-organização, da agroecologia, da comunicação e da economia feminista e solidária; de estratégias para garantir as condições de sobrevivência e para construir autonomia sobre o corpo, sobre a sexualidade que desafia a heteronormatividade e sobre uma vida livre de violência racista e patriarcal, as mulheres expandem as fronteiras do possível, enfrentam as contradições, constroem as condições para transformar concretamente suas vidas, ao passo que exercitam e apontam os caminhos de mudança do modelo.

Libras; português-inglês

Duração do evento: 18h00 - 19h00


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MAR | Sala 2.1
16.11 ÀS 11:00

O tipo de família que quero e posso ter apenas a mim cabe resolver

Ana Amélia Macedo
jornalista e autora

Luiza Valentim
mulher transexual e mãe

Stella Gigante
assistente social e perita

Vivian Fiorio
Jornalista

rc - RODAS DE CONVERSAS

A imagem de uma família formada por pai, mãe e filhos e filhas não corresponde mais à realidade. Os ventos positivos da mudança trazem o afeto e o cuidado como a base das novas famílias. É família com padrasto, madrasta, filhos do 1º, 2º, 3º casamento de um e outro, com duas mães, dois pais, com filhos adotados, criados... As possibilidades são muitas. Não cabe ao Estado querer normatizar a quem devemos amar e com quem casar e constituir uma família. Essa luta é central para a afirmação dos direitos individuais e ponto fundamental no enfrentamento da agenda conservadora. Assim, temos muito a falar sobre isso.

Duração do evento: 11h00 - 12h30


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MAR | Sala 2.1
16.11 ÀS 14:00

Agroecologia e mulher, tudo a ver

Beth Cardoso
coordenadora do projeto Mulheres e Agroecologia em Rede

Francisca Nascimento
quebradeira de coco babaçu e Coordenadora Geral do MIQCB

Maria Emília Pacheco
antropóloga e assessora da Federação de Órgãos  para Assistência Social e Educacional (FASE)

Verônica Santana
líder feminista rural no Nordeste

rc - RODAS DE CONVERSAS

A ligação das mulheres com a energia da terra, da natureza faz parte de nossa caminhada como espécie. Nesse processo, as mulheres se revelam lideranças fundamentais na defesa de direitos, na construção de processos coletivos, formulação e materialização de lutas pela defesa da natureza e de seu uso de forma racional e sensível, em sua condição de bem comum. Não poderia ser diferente quando pensamos na agroecologia, um modelo alternativo de desenvolvimento rural sustentável, que respeita a diversidade de meios e modos de vidas locais, como a agricultura orgânica, a permacultura, dentre outras práticas. Há muito o que aprendermos nessa conversa coletiva. E teremos mulheres com energias lindas para tratar dessa relação nossa com a natureza e da forma de produzir respeitando-a como fonte de vida.

Duração do evento: 14h00 - 15h30


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MAR | Sala 2.1
16.11 ÀS 16:00

Saúde Mental

Gladys Schincariol
Psicóloga

Maria Rita Kehl
escritora e psicanalista

rc - RODAS DE CONVERSAS

A Organização Mundial de Saúde (OMS) vem há muito alertando sobre os impactos dos determinantes econômicos, culturais, étnicos/raciais, psicológicos e comportamentais que influenciam no adoecimento da população. A desigualdade de gênero, o machismo, a violência doméstica e sexual e tantas outras violências contra a mulher agravam esse adoecimento. Muitas vezes, elas ficam responsáveis pelo cuidado dos doentes da família, dos idosos e, principalmente, das crianças. Os trabalhos doméstico e profissional acabam gerando fadiga e exaustão. Nesse sentido, pensar o cuidado das mulheres perpassa pelo olhar integral em relação às suas condições de vida e aos aspectos de cada ciclo e deve se pautar pelo fortalecimento do feminino, por meio da educação sobre seus corpos e sua sexualidade, e pelo autocuidado, com a oferta de práticas integrativas já disponibilizadas pelo SUS.

Línguas: português, libras
Tradução: português-inglês

Duração do evento: 16h00 - 17h30


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MAR | Sala 2.2
16.11 ÀS 11:00

A conversa aqui é eles com elas pela igualdade de gênero

Avanildo Silva
agrônomo e ativista

Daniel Lima
psicólogo

Henrique Gomes
produtor cultural

Jude Kelly
Fundadora do Festival Women of the World

Sandra Vale
Advogada, mestre em História, Política e Bens Culturais pela FGV - CPDOC

rc - RODAS DE CONVERSAS

A discussão da masculinidade pela igualdade de gênero tem se tornado uma importante forma de pensar o mundo onde homens e mulheres partilham desejos e vida comuns, a partir da compreensão de que não é possível aceitar nenhum tipo de hierarquização e opressão entre gêneros. Essa é uma abordagem que considera fundamental a participação dos homens na construção de uma sociedade que supere o histórico machismo eo patriarcado como determinantes nas relações entre homens e mulheres.

Duração do evento: 11h00 - 12h30


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MAR | Sala 2.2
16.11 ÀS 14:00

As dores das mortes violentas presentes no cotidiano das mulheres

Deborah Coles
Diretora da ONG Inquest (oferece apoio, orientação e atendimento a advogados e familiares de presos)

Ludmila Curi
Cineasta e jornalista

Marinete Silva
advogada

Scholastique Mukasonga
Escritora

Silvia Ramos
Cientista social

Sônia Oliveira
professora

rc - RODAS DE CONVERSAS

Mortes e ferimentos provocados por ações violentas costumam atingir, serem narrados e justificados a partir do ponto de vista masculino. No entanto, como mães, filhas e/ou membros de forças de segurança, as mulheres são diretamente afetadas por essas tragédias, tendo de lidar diariamente com a dor das perdas de entes queridos, casas e territórios, além de, cada vez mais, serem as vítimas diretas dos conflitos. Buscar caminho para romper com o ethos masculino violento e encontrar caminhos femininos para lidar com a violência é o objetivo desta roda de conversa.

* classificação etária 18 anos

Línguas: português, libras e inglês
Tradução: português-inglês

Duração do evento: 14h00 - 15h30


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MAR | Sala 2.2
16.11 ÀS 16:00

Pode haver democracia sem acessibilidade? O que saber, o que fazer a respeito

Leila Scaf
Arquiteta, participa da Rede Territórios Acessíveis

Maria Antonia Goulart
Ativista, bacharel em Direito e mestranda em saúde pública pela Fiocruz

Patrícia Luiza Rezende
Mulher surda, Autora do livro "Implante coclear: normalização e resistência surda"

Tanzila Khan
Ativista, Escritora e fundadora da ONG Creative Alley

rc - RODAS DE CONVERSAS

O incentivo e o contato, desde cedo, com uma cultura inclusiva no campo da acessibilidade contribuem para que se efetivem políticas públicas democráticas, que garantam os direitos de cidadãos e cidadãs que demandam o reconhecimento pelo direito de ir e vir, independente da deficiência que possuam. Acessibilidade quer dizer garantia concreta de existência de espaços públicos seguros, nos quais a pessoa com deficiência possa circular com autonomia, utilizando equipamentos apropriados a suas demandas. Nesta Roda, você poderá conhecer a trajetória inspiradora de mulheres ativistas com deficiência ou que trabalham com esse público.

Duração do evento: 16h00 - 17h30


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MAR | Sala 3.1
16.11 ÀS 11:00

Artivistas: arte como luta social

Cristiane Sobral
Escritora, atriz e professora de teatro

Diane Lima
Curadora, pesquisadora e diretora criativa

Kenia Maria
escritora, roteirista e atriz

Lia Rodrigues
bailarina e coreógrafa

Silvia Soter
professora e pesquisadora na área da Dança

fv - FÓRUM DE VIVÊNCIAS

Em um mundo cada vez mais em conflito e com os grupos conservadores cada vez mais fortalecidos, as lutas pelos direitos sociais devem estar presentes em todos os campos sociais. Não há neutralidade possível. Artivistas são artistas que, sozinhas ou em coletivos, fazem uso da criação artística como forma de ativismo. Elas materializam ações sociais e políticas que problematizam e desnaturalizam a realidade. Para isso, as artivistas utilizam as mais diversas linguagens artísticas, a fim de agirem no mundo. Venha conhecer algumas delas.

Línguas: português, libras
Tradução: português-inglês

Duração do evento: 11h00 - 12h30


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MAR | Sala 3.1
16.11 ÀS 14:00

Sou artista e um dos meus fazeres é empreender

Constança Scofield
música e advogada

Gabi Monteiro
diretora criativa e pesquisadora

Giordana Moreira
Produtora Cultural

te - TROCAS DE EXPERIÊNCIAS

Mulheres do campo artístico-cultural que refletem, criam, experimentam, vivenciam, trocam e se organizam em processos politicos. A possibilidade de um diálogo fundado na inovação, na empatia e na capacidade de criação. Mulheres que inventam suas próprias formas de empreender.

Duração do evento: 14h00 - 15h30


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MAR | Sala 3.1
16.11 ÀS 16:00

Vozes de mulheres online: o que elas vem dizendo?

Aparna Hegde
Uroginecologista, pesquisadora e empreendedora social

Erika Smith
educação popular e organização feminista transnacional no coletivo Woman to Woman

Juliana de Faria
fundadora do ONG de direitos das mulheres "Think Olga"

Lulú Barrera
Fundadora do Luchadoras

te - TROCAS DE EXPERIÊNCIAS

São muitos os espaços virtuais que as mulheres vem trazendo suas ideias e posições. A tecnologia tem sido um recurso importante utilizado para promover os direitos das mulheres, compartilhar suas experiências e refletir sobre desafios historicos que as essas enfrentam. São muitas frentes de batalhas como: o combate à violência contra a mulher, ao feminícdio, ao sexismo, ao machismo, dentre outras.

Duração do evento: 16h00 - 17h30


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MAR | Sala 3.2
16.11 ÀS 10:00

Race Cards

Priscila Rezende
artista visual e fotógrafa

Selina Thompson
artista e performer

ac - ARTE E CULTURA

Race Cards é uma instalação participativa que convida o público a repensar sobre as tensões raciais, violências e discriminações presentes em nosso cotidiano. Durante a imersão criada pela artista inglesa Selina Thompson, somos convidados em pequenos grupos a elaborar respostas para perguntas tão delicadas quanto difíceis: Qual o impacto psicológico a longo prazo a supremacia branca tem sobre pessoas negras? Por que as pessoas acreditam que o racismo vai acabar por conta própria com o passar do tempo? Radicada em Leeds, na Inglaterra, Selina Thompson tem uma obra de caráter lúdico, participativo e intimista, que lança um olhar sobre questões de identidade e seus reflexos em nossos corpos, vidas e espaços.

Duração do evento: 10h00 - 11h00


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MAR | Sala 3.2
16.11 ÀS 11:30

Race Cards

Priscila Rezende
artista visual e fotógrafa

Selina Thompson
artista e performer

ac - ARTE E CULTURA

Race Cards é uma instalação participativa que convida o público a repensar sobre as tensões raciais, violências e discriminações presentes em nosso cotidiano. Durante a imersão criada pela artista inglesa Selina Thompson, somos convidados em pequenos grupos a elaborar respostas para perguntas tão delicadas quanto difíceis: Qual o impacto psicológico a longo prazo a supremacia branca tem sobre pessoas negras? Por que as pessoas acreditam que o racismo vai acabar por conta própria com o passar do tempo? Radicada em Leeds, na Inglaterra, Selina Thompson tem uma obra de caráter lúdico, participativo e intimista, que lança um olhar sobre questões de identidade e seus reflexos em nossos corpos, vidas e espaços.

Duração do evento: 11h30 - 12h30


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MAR | Sala 3.2
16.11 ÀS 14:00

Race Cards

Priscila Rezende
artista visual e fotógrafa

Selina Thompson
artista e performer

ac - ARTE E CULTURA

Race Cards é uma instalação participativa que convida o público a repensar sobre as tensões raciais, violências e discriminações presentes em nosso cotidiano. Durante a imersão criada pela artista inglesa Selina Thompson, somos convidados em pequenos grupos a elaborar respostas para perguntas tão delicadas quanto difíceis: Qual o impacto psicológico a longo prazo a supremacia branca tem sobre pessoas negras? Por que as pessoas acreditam que o racismo vai acabar por conta própria com o passar do tempo? Radicada em Leeds, na Inglaterra, Selina Thompson tem uma obra de caráter lúdico, participativo e intimista, que lança um olhar sobre questões de identidade e seus reflexos em nossos corpos, vidas e espaços.

Duração do evento: 14h00 - 15h00


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MAR | Sala 3.2
16.11 ÀS 15:30

Race Cards

Priscila Rezende
artista visual e fotógrafa

Selina Thompson
artista e performer

ac - ARTE E CULTURA

Race Cards é uma instalação participativa que convida o público a repensar sobre as tensões raciais, violências e discriminações presentes em nosso cotidiano. Durante a imersão criada pela artista inglesa Selina Thompson, somos convidados em pequenos grupos a elaborar respostas para perguntas tão delicadas quanto difíceis: Qual o impacto psicológico a longo prazo a supremacia branca tem sobre pessoas negras? Por que as pessoas acreditam que o racismo vai acabar por conta própria com o passar do tempo? Radicada em Leeds, na Inglaterra, Selina Thompson tem uma obra de caráter lúdico, participativo e intimista, que lança um olhar sobre questões de identidade e seus reflexos em nossos corpos, vidas e espaços.

Duração do evento: 15h30 - 16h30


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MAR | Sala 3.2
16.11 ÀS 17:00

Race Cards

Priscila Rezende
artista visual e fotógrafa

Selina Thompson
artista e performer

ac - ARTE E CULTURA

Race Cards é uma instalação participativa que convida o público a repensar sobre as tensões raciais, violências e discriminações presentes em nosso cotidiano. Durante a imersão criada pela artista inglesa Selina Thompson, somos convidados em pequenos grupos a elaborar respostas para perguntas tão delicadas quanto difíceis: Qual o impacto psicológico a longo prazo a supremacia branca tem sobre pessoas negras? Por que as pessoas acreditam que o racismo vai acabar por conta própria com o passar do tempo? Radicada em Leeds, na Inglaterra, Selina Thompson tem uma obra de caráter lúdico, participativo e intimista, que lança um olhar sobre questões de identidade e seus reflexos em nossos corpos, vidas e espaços.

Duração do evento: 17h00 - 18h00


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MAR | Sala 3.3
16.11 ÀS 11:00

Você tem fome de quê: consciência e saúde na alimentação

Carmem Virgínia

Mariana Aleixo
Coordenadora do Projeto Maré de Sabores

Regina Tchelly
CHEF DE COZINHA E IDEALIZADORA DO PROJETO FAVELA ORGÂNICA

Sonia Hirsch
escritora, editora e palestrante. Autora de “Prato feito”, “Deixa sair” e “Só para mulheres”

te - TROCAS DE EXPERIÊNCIAS

Pensar a alimentação nos dias de hoje significa não apenas aprimorar o cuidado com a própria saúde mas, também, ampliar a consciência sobre a produção de alimentos em nossa sociedade. Alimentos industrializados e processados causam mais danos do que benéficos à saúde, além de serem produzidos pela indústria da monocultura, transgênicos e agrotóxicos, excluindo o pequeno produtor. Mulheres que se contrapõe a este modelo vão nos ajudar a pensar os benefícios individuais e sociais de compreendermos a  saúde de uma forma integral.

Duração do evento: 11h00 - 12h30


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MAR | Sala 3.3
16.11 ÀS 14:00

Funk you: O lugar da mulher é onde ela quiser

Adriana Facina
Professora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/Museu Nacional/UFRJ

Tati Quebra-Barraco
cantora

Valesca Popozuda
cantora, dançarina, empresária e escritora

te - TROCAS DE EXPERIÊNCIAS

O funk, é um espaço ocupado, de maneira significativa, por homens. Mas não que as mulheres não tenham o seu lugar de reconhecimento. São vozes potentes que ecoam das periferias e favelas brasileiras, trazendo o sentido maior de um lugar de fala que impõe respeito e representatividade. Um estilo musical que apresenta, muitas vezes, controvérsias pelas músicas que alguns Mc’s homens compõem, colocando as mulheres num lugar de objetificação e, ao mesmo tempo, com mulheres Mc’s que escrevem letras que apresentam na essência o poder da mulher negra e da periferia.

Línguas: português, libras
Tradução: português-inglês

Duração do evento: 14h00 - 15h30


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MAR | Sala 3.3
16.11 ÀS 16:00

Sem fronteiras: mulheres que se aventuram a pesquisar formas de viver fora do Brasil

Ana Cláudia Gonçalves
professora de biologia e pesquisadora

Enoe de Moraes
psicóloga e colaboradora do NEADI

Vera Maria Ferreira
pesquisadora e vice-curadora da coleção de mamíferos do inpa

Zélia Ludwig
professora, pesquisadora e orientadora do Departamento de Física da UFJF

te - TROCAS DE EXPERIÊNCIAS

Muitas mulheres pesquisadoras brasileiras estiveram fora do país, nos últimos anos. Nessas andanças vivenciaram trocas de experiências, fizeram colaborações científicas e alargaram seu olhar sobre suas existências e as diferentes perspectivas que marcam o Brasil e outros países. Quando retornam, não poderia ser diferente, a bagagem vem recheada de novos conhecimentos e repertórios que vamos conhecer numa conversa cheia de histórias para contar.

Duração do evento: 16h00 - 17h30


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MAR | Salas Expositivas
16.11 ÀS 10:00

Mulheres na coleção MAR | Abertura

ac - ARTE E CULTURA

O Museu de Arte do Rio, sob a gestão do Instituto Odeon, abre ao público no dia 16 de novembro a exposição “Mulheres na Coleção MAR”. Em diálogo com o Festival Mulheres do Mundo (Women of the World), do qual o MAR é parceiro estratégico, a mostra apresenta um recorte de obras de artistas históricas e contemporâneas, brasileiras e estrangeiras, que integram o acervo do museu. A curadoria é assinada pela equipe de conteúdo e, pela primeira vez na história do MAR, foi realizada a partir de um processo coletivo que envolveu mulheres de todos os setores da instituição. Cerca de 30 funcionárias e colaboradoras – entre seguranças, recepcionistas, produtoras, auxiliares administrativas, advogadas, jornalistas, designers – participaram de laboratórios onde trocaram experiências de vida e conversaram ao longo de dois meses sobre o universo feminino e as múltiplas representações da mulher na arte, nos espaços culturais, na família e na sociedade como um todo. “Mulheres na Coleção MAR” está dividida em seis núcleos significativos: Retrato/Representação, Corpo Político, Geografias Transversais, Cidade e Paisagem, Abstração e Poéticas. E reúne obras de artistas como Beatriz Milhazes, Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Giselle Beiguelman, Güler Ates e Marie Nivouliès de Pierrefort.

Abertura da exposição às 16h. 

Museu do Amanhã | Auditório
16.11 ÀS 10:00

Boas vindas ao WOW

Eliana Sousa
Diretora da Redes da Maré e curadora do Festival WOW Rio

Jude Kelly
Fundadora do Festival Women of the World

tp - TERRITÓRIO DE PARTILHA

Mesa de abertura do festival para desejar as boas vindas aos participantes e apresentar o WOW Rio. A materialização do Festival Mulheres do Mundo (WOW), no Rio de Janeiro, acontece num processo coletivo de reunir diferentes vozes femininas. O Festival Mulheres do Mundo chega ao Brasil, ao Rio de Janeiro. Criado pela diretora artística Jude Kelly, em Londres, na Inglaterra, no marco do centenário do Dia Internacional da Mulher, no ano de 2010, o WOW, sigla do nome em inglês, tem como um de seus principais objetivos celebrar as conquistas históricas das mulheres na luta pela equidade de gênero. Nos oito anos de sua existência, o Festival já ocorreu em países da Europa, Ásia e África, chegando ao Rio de Janeiro na sua primeira edição na América Latina, a partir de uma parceria com a instituição da sociedade civil Redes da Maré, que tem como um de seus projetos de atuação, no eixo de trabalho denominado Desenvolvimento Territorial, a Casa das Mulheres da Maré.

Duração do evento: 10h00 - 10h45


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Museu do Amanhã | Auditório
16.11 ÀS 11:00

O ser humano que nós, mulheres, pensamos e queremos e a educação que precisamos para isso

Adele Patrick
co-fundadora e gerente de desenvolvimento criativo da Glasgow Women’s Library

Ana Paula Moura
Organizadora e autora do livro "Educação de Jovens e Adultos em debate"

Angela Dannemann
Engenheira química e especialista em avaliação de programas

Edneia Gonçalves
SOCIÓLOGA, ASSESSORA DE EDUCAÇÃO DA ONG AÇÃO EDUCATIVA

Natacha Costa
PSICÓLOGA, DIRETORA DA ASSOCIAÇÃO CIDADE ESCOLA APRENDIZ

tp - TERRITÓRIO DE PARTILHA

Além de garantir que as crianças e os jovens possam estar na escola, precisamos refletir sobre como deve ser essa escola. A questão da permanência hoje deve ser pensada não só em termos de condições físicas, estruturais e materiais, mas também em novas formas de acolher o interesse das crianças e dos adolescentes em espaços dentro e fora da escola, em espaços como as bibliotecas.

Línguas: português, libras e inglês
Tradução: português-inglês

Duração do evento: 11h00 - 12h30


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Museu do Amanhã | Auditório
16.11 ÀS 14:00

Ciência é uma palavra feminina e feita por muitas de nós

Duília de Mello
astrônoma, professora e pesquisadora

Gabi Agustini
Fundadora e diretora executiva do Olabi

Joana D'Arc Félix de Souza
Pesquisadora e professora, cursou Química na Unicamp e em Harvard

Mariéme Jamme
Empresária, blogueira , tecnologista e empreendedora social africana

tp - TERRITÓRIO DE PARTILHA

São muitas as mulheres que, ao longo da história, se destacaram nas áreas científicas e tecnológicas. Quatro delas estarão partilhando suas aventuras nesse campo, historicamente masculino.

Línguas: português, libras e inglês
Tradução: português-inglês

Duração do evento: 14h00 - 15h30


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Museu do Amanhã | Auditório
16.11 ÀS 16:00

Só há desenvolvimento sustentável com o protagonismo das mulheres

Denise Hills
head de Sustentabilidade e Negócios Inclusivos

Mônica Guerra Rocha
Mestre em Planejamento e Gestão Urbana

Rachel Biderman
diretora executiva do World Resources Institute Brasil

Sônia Bridi
jornalista

tp - TERRITÓRIO DE PARTILHA

Entre 1995 e 2015, o número de lares chefiados por mulheres no Brasil aumentou de 23% para 40%, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Naquele último ano, as Nações Unidas publicaram a Agenda 2030 – os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Eles constituem um conjunto de 17 metas para um mundo mais justo, sem fome e sem miséria. Interessa-nos, em particular, o ODS 05, que destaca que o combate à desigualdade de gênero é fundamental para o alcance do desenvolvimento sustentável de qualquer país. Discutiremos os caminhos para isso nesta mesa, enfatizando, dentre outras questões, a contribuição que os meios de comunicação podem dar para a disseminação de informações e para a mudança de comportamentos, a fim de se atingir este e os outros objetivos.

Línguas: português, libras e inglês
Tradução: português-inglês

Duração do evento: 16h00 - 17h30


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Museu do Amanhã | Auditório
16.11 ÀS 18:00

Regras iguais para o mundo do trabalho

Eblin Farage
Coordenadora do Núcleo de estudos e Pesquisas sobre favelas e Espaços Populares (NEPFE)

Jude Kelly
Fundadora do Festival Women of the World

Mércia Silva
diretora executiva do Instituto Pacto Nacional

Nalu Faria
psicóloga que atua na Sempreviva Organização Feminista

Theo Sowa
CEO do Fundo Africano de Desenvolvimento da Mulher

tp - TERRITÓRIO DE PARTILHA

Vivenciamos um mundo onde há clara separação de tarefas consideradas adequadas aos homens e às mulheres. É fato que, em muitas situações, o trabalho realizado por homens é mais bem remunerado e valorado. Isso estampa a desigualdade de gênero no campo da atividade profissional e coloca, para as mulheres, desafios quanto à urgência de se lutar pelo fim da divisão sexual do trabalho e pela valorização e dignidade do trabalho humano sem as usuais hierarquias.

Línguas: português, libras e inglês
Tradução: português-inglês

Duração do evento: 18h00 - 19h30


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Museu do Amanhã | LAA
16.11 ÀS 10:00

Mulheres negras pautam o futuro: impressão 3D aplicada à produção de vestuário

Makerspace Olabi - PretaLab
organização social

of - OFICINAS

O Olabi/Pretalab propõe 8 oficinas voltadas para as relações entre tecnologia e as artes, a partir de múltiplos olhares, onde a diversidade e os direitos humanos estão no centro do processo. Os principais temas abordados são bioarte, cosméticos naturais, segurança digital e impressão 3D aplicada à produção de vestuário. Ao apresentar os princípios do pensamento computacional e da segurança digital, conecta as mulheres com a tecnologia e a inovação.

Oficina ministrada por Gabi Monteiro

O processo criativo de acessórios pode nos fazer aprender e transmitir conhecimento sobre nossa história. Vamos explorar as raízes da cultura brasileira, e matrizes africanas e sua importância na formação do Brasil colônia. Utilizaremos imagens e histórias como referência para a criação de acessórios como brincos e colares por meio da impressão em 3D e a adição de outros materiais.

Duração do evento: 10h00 – 12h00


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Museu do Amanhã | LAA
16.11 ÀS 14:00

Mulheres negras pautam o futuro: segurança digital

Makerspace Olabi - PretaLab
organização social

of - OFICINAS

O Olabi/Pretalab propõe 8 oficinas voltadas para as relações entre tecnologia e as artes, a partir de múltiplos olhares, onde a diversidade e os direitos humanos estão no centro do processo. Os principais temas abordados são bioarte, cosméticos naturais, segurança digital e impressão 3D aplicada à produção de vestuário. Ao apresentar os princípios do pensamento computacional e da segurança digital, conecta as mulheres com a tecnologia e a inovação.

 

Oficina ministrada por Marina Ciavatta

Vamos começar pelo básico! Aprenda conceitos simples de segurança na oficina de Lock Picking e entenda criptografia básica na CryptoRace, tire suas dúvidas e se divirta! Oficina para todas as idades e níveis de conhecimento. 

Duração do evento: 14h00 – 16h00


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Museu do Amanhã | LAA
16.11 ÀS 17:00

Mulheres negras pautam o futuro: limpeza consciente

Makerspace Olabi - PretaLab
organização social

of - OFICINAS

O Olabi/Pretalab propõe 8 oficinas voltadas para as relações entre tecnologia e as artes, a partir de múltiplos olhares, onde a diversidade e os direitos humanos estão no centro do processo. Os principais temas abordados são bioarte, cosméticos naturais, segurança digital e impressão 3D aplicada à produção de vestuário. Ao apresentar os princípios do pensamento computacional e da segurança digital, conecta as mulheres com a tecnologia e a inovação.

Oficina ministrada por Alline Cipriano e Fernanda Sal:

Venha dar um mergulho no universo dos produtos de limpeza naturais, fitoterápicos e da aromacologia. Nesta oficina, você vai aprender a identificar e experimentar algumas plantas com ação bactericida, fungicida e antisséptica e a desenvolver seu próprio DESINFETANTE MULTIUSO NATURAL, de acordo com sua necessidade, com matérias primas de baixo custo e fáceis de conseguir. Um produto de limpeza consciente é uma solução que protege sua saúde, minimizando o impacto ao meio ambiente.

Duração do evento: 17h00 – 19h00


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Museu do Amanhã | Lounge
16.11 ÀS 11:00

Mentorias: Vidas em Conexão

Adriana Barbosa
Empreendedora e criadora da plataforma Feira Preta

Alba Acioly
pedagoga e Professional Coach Certification – Sociedade Latino Americana de Coaching

Cristhiane Malungo
analista do Sebrae/RJ atuante nos projetos na área de comunidades

Érica Monteiro
nutricionista, empresária e  especialista em Gestão de Empresas de Alimentação

Gláucia Muniz
atuante no projeto Sebrae Comunidade Mais Negócio

Larissa Kroeff
co-fundou a Meu Copo Eco

Márcia Mori
graduada em Publicidade e Propaganda, com extensão em Marketing

Nayse López
jornalista e curadora desde 1992

Renata Souza
jornalista, comunicadora popular e atual Deputada Estadual no RJ

Suzana Mattos
antropóloga, mestre em Sociologia e Antropologia pela UFRJ

Vanderlene de Souza
Atua na gestão do projeto de Empreendedorismo Feminino no Sebrae-RJ

vc - VIDAS EM CONEXÃO

Erica Monteiro: gestão empresarial.
Alba Acioly: gestão de pessoas.
Valderlene de Souza: direitos e deveres do microempreendedor individual. Gestora do Projeto de Empreendedorismo Feminino do Sebrae/RJ.

Glaucia Muniz: especialista em Marketing e orientadora de negócios Sebrae
Marcia Mori: planejamento estratégico.
Cristhiane Malungo: empreendedorismo e empoderamento feminino. Atuante nos projetos do Sebrae/RJ na área de comunidades.
Suzana Mattos: empreendedorismo afro. Gestora do Projeto Comunidade Sebrae. 
Nayse López: curadoria de dança e artes performativas do Festival Panorama.
Adriana Barbosa: criação e empreendimento a partir da Feira Preta.

Duração do evento: 11h00 - 12h30


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Museu do Amanhã | Lounge
16.11 ÀS 14:00

Converse com uma cientista

Erika Rossetto
bacharel  e mestre em astronomia pela UFRJ

Gabriela Nestal
biomédica com mestrado e doutorado em Oncologia

Irina Nasteva
física, professora da UFRJ e pesquisadora membro da Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (CERN)

Josephine Rua
É fundadora da Dotôrando Consultoria e co-editora e escritora do blog Cientistas Feministas

Karín Menéndez-Delmestre
Professora Adjunta no Observatório do Valongo

Leinimar Pires
pesquisadora das áreas de Filosofia, Arte, Literatura e Cultura brasileiras e Cerveja Artesanal

Maria Alice Alves
professora associada do Departamento de Ecologia da UERJ

Marília Zaluar
professora, pesquisadora e colaborada do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino - IDOR

vc - VIDAS EM CONEXÃO

Marília Zaluar Guimarães: biofísica, espacializada em farmacolgia molecular. 
Irina Nasteva: pesquisa de física de partículas. 
Karín Menéndez-Delmestre: pesquisa em astronomia, na área de formação e trasnformação de galáxias. 
Leinimar Pires: filosofia, arte, literartura e cultura brasileiras. 
Gabriela Nestal: médica, desenvolvimento de terapias contra o câncer de mama no Instituto Nacional do Câncer (INCA).
Josephine Rua: astrofísica, escritora e co-editora do blog Cientistas Feministas. Já trabalhou no Instituto de Astrofísica de Paris, na França. 
Erika Rossetto: astrônoma, pesquisou sobre lixo e atualmente coordena operações orbitais na empresa de satélites Embratel/Star One. 
Maria Alice dos Santos Alves: professora, membro do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro e consultora do Museu do Amanhã para o Cubo da Vida em “Terra”.

 

Línguas: português, libras e inglês
Tradução: português-inglês

Duração do evento: 14h00 - 15h30


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Museu do Amanhã | Lounge
16.11 ÀS 16:00

WOW Bites: Compartilhando trajetórias

Irene Nagashima
Fundadora da ONG Cine Materna

Jacqueline Pitanguy
Socióloga e coordenadora executiva da ONG CEPIA

Selma Moreira
DIRETORA EXECUTIVA DO FUNDO PARA EQUIDADE RACIAL BAOBÁ

Vilma Guimarães
gerente Geral de Educação e Implementação da Fundação Roberto Marinho

Yvonne Bezerra
Criadora da pedagogia UERÊ-MELLO para crianças com traumas constantes e problemas de aprendizado

ct - COMPARTILHANDO TRAJETÓRIAS

Jaqueline Pitanguy: atuante fundamental para que os direitos das mulheres fossem incorporados na Constituição Brasileira.
Irene Nagashima: criadora do CineMaterna, uma proposta de cinema para mães, pais e bebês.
Yvonne Bezerra: fundadora do Projeto Uerê, uma escola alternativa para crianças e adolescentes com bloqueios cognitivos e emocionais relacionados à convivência diária com a violência.
Selma Moreira: diretora executiva do Fundo para Equidade Racial Baobá.
Vilma Guimarães: gerente geral de edução e implementação da Fundação Roberto Marinho. 

Línguas: português, libras e inglês
Tradução: português-inglês

Duração do evento: 16h00 - 17h30


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Museu do Amanhã | Observatório
16.11 ÀS 10:00

Memórias e EscreVivências

Conceição Evaristo
Escritora

of - OFICINAS

A celebração da memória dos povos diaspóricos, antes de tudo, é o reconhecimento do poder da oralidade. Entretanto, em sociedades fudamentadas no registro escrito, coletividades que tiveram suas memórias agredidas podem retomá-las a partir da escrita como gestos afirmativos de suas identidades. A escritora Conceição Evaristo, com objetos e um vídeo, convoca a memória cultural e a produção textual. Recomendada para professores da rede pública de ensino.

Duração do evento: 10h00 - 12h30


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Museu do Amanhã | Observatório
16.11 ÀS 14:00

Que história você está construindo?

Beatriz Magalhães
jornalista atuante no Plano de Menina e Plano Feminino

Viviane Duarte
CEO DO PLANO FEMININO E PRESIDENTE DO INSTITUTO PLANO DE MENINAS

of - OFICINAS

A oficina “Que história você está construindo?” estimula jovens a reconhecerem sua marca pessoal, seu propósito e autoestima para realizarem seus sonhos e propósitos. Uma oficina para as meninas se reconhecerem como potências e para estimulá-las a gostarem de quem são, independentemente de estereótipos e padrões, e a criarem planos e se colocarem em primeiro lugar.

Recomendada para jovens mulheres entre 13 a 24 anos

Duração do evento: 14h00 - 16h00


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Museu do Amanhã | Observatório
16.11 ÀS 17:00

ABC do prazer feminino

ABC do Prazer Feminino
Juliana Marques

of - OFICINAS

O workshop oferecido pela Libera.te segue os princípios da educação de adultos, como motivação, compreensão e pertinência dos conteúdos por meio de envolvimento emocional (pertencimento) e interatividade, assim como é trabalhada a necessidade social de autoafirmação positiva, com a discussão de tabus e quebra de preconceitos. O conteúdo é focado na anatomia sexual e o gozo feminino; mitos e empoderamento feminino por meio do orgasmo.

Recomendada para mulheres a partir de 18 anos

Duração do evento: 17h00 - 19h00


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Museu do Amanhã | Salas Expositivas
16.11 ÀS 10:00

Intervenção - As mulheres que fizeram o Amanhã

ac - ARTE E CULTURA

As mulheres que fizeram o Amanhã, na exposição principal do Museu do Amanhã
Arte Democracia Utopia – Quem não luta tá morto
O Rio do samba: resistência e reinvenção

Duração: 10h00 – 18h00

Museu do Amanhã | Salas Expositivas
16.11 ÀS 10:30

Visitas mediadas - O Amanhã pelo olhar das mulheres

ac - ARTE E CULTURA

Grupos de 20 pessoas.

Horários: 10h30, 13h30 e 15h30

Responsável: Equipe Educativa do Museu do Amanhã

Praça Mauá
16.11 ÀS 10:00

Feira DELAS

EX - EXPOSIÇÕES

A Feira DELAS não é apenas um mercado ou uma exposição. É, sim, um modo de divulgar a inventividade das mulheres a partir do seu jeito de fazer cultura, viver sua cidadania e de empreender, numa perspectiva de fortalecer a criação, produção, distribuição e consumo de produtos, negócios; divulgação de campanhas e iniciativas de ativistas e organizações. Tudo isso, por mulheres organizadas em redes que atuam com temas transversais como gênero, feminismo e direitos. Espaço dedicado ao empreendedorismo, gastronomia, ativismo, causas sociais, organizações, com a presença de 200 iniciativas lideradas por mulheres. Confira a lista completa de empreendedoras e ativistas no menu Participantes. 

Duração do evento: 10h00 - 20h00

Praça Mauá
16.11 ÀS 11:00

Vestindo as cores da África: história dos tecidos africanos e a sua função na vida das mulheres.

Tenka Dara
Baobá Brasil

of - OFICINAS

A oficina tem como objetivo aproximar o Brasil das diversas Áfricas de forma lúdica e educativa usando o tecido africano como elemento de inspiração. Os nomes dados aos tradicionais tecidos africanos são diversos, pano, kanga, wax. Em Moçambique, eles são conhecidos como Capulana, tecido retangular estampado industrialmente, caracterizado pelos motivos africanos de cores contrastantes. Formas diversas ilustram a cultura, a tradição, a atualidade, a política, os rituais, as ideias, a emoção, o silêncio, a revolta, a luta e a paixão feminina. Através da cores desses tecidos viajamos pela história e a cultura das mulheres africanas.

Duração do evento: 10h00 - 12h00

Praça Mauá
16.11 ÀS 15:00

Vestindo as cores da África: história dos tecidos africanos e a sua função na vida das mulheres.

Tenka Dara
Baobá Brasil

of - OFICINAS

A oficina tem como objetivo aproximar o Brasil das diversas Áfricas de forma lúdica e educativa usando o tecido africano como elemento de inspiração. Os nomes dados aos tradicionais tecidos africanos são diversos, pano, kanga, wax. Em Moçambique, eles são conhecidos como Capulana, tecido retangular estampado industrialmente, caracterizado pelos motivos africanos de cores contrastantes. Formas diversas ilustram a cultura, a tradição, a atualidade, a política, os rituais, as ideias, a emoção, o silêncio, a revolta, a luta e a paixão feminina. Através da cores desses tecidos viajamos pela história e a cultura das mulheres africanas.

Duração do evento: 15h00 - 17h00

Praça Mauá | Instalação
16.11 ÀS 10:30

Mesas de ping pong

Priscila Fiszman
Arquiteta e Artista

ac - ARTE E CULTURA

A artista plástica Priscila Fiszman projeta uma instalação com três Mesas de Ping-Pong na Praça Mauá. As mesas ficarão abertas para uso, e poderão ser utilizadas por todos durante a programação do festival WOW - Festival Mulheres do Mundo. As três mesas são três trabalhos inéditos comissionados em colaboração com o Redes da Maré especialmente para o Festival. As mesas ganham os títulos "King-Pong", "Reconfiguração Ideológica" e "Mesa das Crianças".

Duração do evento: 10h00 - 20h00

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 15:30

Cortejo em forma de mandala: Todas as mulheres pela paz

Mandala Florestal
Maria Lalla Cy Aché

ac - ARTE E CULTURA

Cortejo e apresentaçãode dança meditativa em forma de mandala com a participação do públicodo Festival Mulheres do Mundo - WOW, no entorno do Museu do Amanhã e do MAR.

Duração do evento: 15h30 – 16h30

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 18:00

Cortejo do bloco Ilu Oba de Min pela Praça Mauá

Ilú Obá de Min
instituição, intervenção cultural

ac - ARTE E CULTURA

Ilú Obá de Min (mulheres que tocam tambor para xangô) foi criado em 2004 como uma forma de aumentar a participação das mulheres no toque do tambor. O grupo se propõe a inserir nos espaços urbanos antigas tradições que ficaram esquecidas na formação da identidade brasileira, enfrentando o racismo, o sexismo, a discriminação e a homofobia através da arte.

Duração do evento: 18h00 - 19h30

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 19:00

Anelis Assumpção

Anelis Assumpção
Cantora e compositora

ac - ARTE E CULTURA

Anelis Assumpção apresenta músicas de seu mais recente trabalho, Taurina. As canções simbolizam o poder do feminimo e a sexualidade que, para a artista, refletem a própria capacidade das mulheres re(e)xistirem.

Duração do evento: 19h00 - 19h30

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 19:30

DJ Badsista

DJ Badsista
Dj

ac - ARTE E CULTURA

Badsista é mulher periférica, DJ e produtora musical, envolvida com a cena funk e eletrônica de São Paulo. Transita também pela cena house e tecno. Por onde passa, dissemina o fortalecimento e a possibilidade de mulheres e pessoas periféricas atuarem na música.

Duração do evento: 19h30 - 20h00

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 20:00

Letrux

Letrux
Cantora

ac - ARTE E CULTURA

A escritora, cantora, compositora, poeta e atriz Letícia Novaes, a Letrux, apresenta no WOW seu primeiro disco solo, Em noite de climão. Nas músicas, há altas doses de disco music e new age, elementos adicionados com a colaboração da guitarrista Natália Carrera, coprodutora do disco.

Duração do evento: 20h00 - 20h30

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 20:30

DJ Badsista

DJ Badsista
Dj

ac - ARTE E CULTURA

Badsista é mulher periférica, DJ e produtora musical, envolvida com a cena funk e eletrônica de São Paulo. Transita também pela cena house e tecno. Por onde passa, dissemina o fortalecimento e a possibilidade de mulheres e pessoas periféricas atuarem na música.

Duração do evento: 20h30 - 21h00

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 21:00

Elza Soares (participação Ilu Obá de Min)

Elza Soares
Artista Brasileira

Ilú Obá de Min
instituição, intervenção cultural

ac - ARTE E CULTURA

Deus é Mulher é o último disco de Elza Soares, e o segundo, depois de Mulher do fim do mundo, abertamente feminista. Deus é Mulher se entrega ao rock não apenas na estrutura musical, mas na postura punk e anárquica. Um desvendar da alma feminina, debates sobre religião, o florescer da sexualidade e violência urbana. Neste show Elza conta com a participação do bloco afro Ilu obá de min

Duração do evento: 21h00 – 22h30

Praça Mauá | Palco Principal
16.11 ÀS 22:30

DJ Badsista

DJ Badsista
Dj

ac - ARTE E CULTURA

Badsista é mulher periférica, DJ e produtora musical, envolvida com a cena funk e eletrônica de São Paulo. Transita também pela cena house e tecno. Por onde passa, dissemina o fortalecimento e a possibilidade de mulheres e pessoas periféricas atuarem na música.

Duração do evento: 22h30 - 23h00

Praça Mauá | Stands
16.11 ÀS 10:00

Mulheres Ativistas

Beatriz Coelho
Me Avisa Quando Chegar

Carolayne Santos
Me Avisa Quando Chegar

Cristiane Pimentel
Me Avisa Quando Chegar

Leila Netto
Mulheres de Pedra

M.A.L.O.C.A
Movimento Alternativo Libertário, Organizado em prol da Cidadania e Apoio Social

Nicole Pessoa
Black Geek

RENFA
Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas

Revista Brejeiras

Suanny Nogueira
Me Avisa Quando Chegar

Tamiris Souza
Me Avisa Quando Chegar

Thais Oliveira
Me Avisa Quando Chegar

Yasmin Bardanza
Me Avisa Quando Chegar

at - ATIVISMO

As mulheres ativistas vão ocupar seis stands na Praça Mauá com exposição dos materiais de seus movimentos, coletivos e organizações da sociedade civil. Serão seis espaços de apresentação, conversa, compartilhamento de experiências e construção de espaços simbólicos de vivência e resistência.

Duração do evento: 10h00 - 20h00

 

 

A dimensão  “Mulheres em Diálogos” consiste em 7 categorias:

  Território de Partilha

As participantes dialogam entre si o assunto em pauta, elaborando uma abordagem geral sobre o tema. 

  Rodas de Conversas

Tem como objetivo recortar, detalhar ou aprofundar os assuntos abordados nos Territórios de Partilhas. 

  Trocas de Experiências

Representantes de organizações compartilham sua experiência, entre profissionais que atuam no mesmo setor e as participantes.

  Fórum de Vivências

Em formato de auditório, momento destinado à troca de ideias e opiniões sobre assuntos atuais de interesse das mulheres.

  Compartilhando Trajetórias

Mulheres incríveis compartilham suas trajetórias, e em seguida batem um papo com o público. 

  Vidas em Conexão 

A mentoria é um encontro entre duas mulheres no qual se estabelecem trocas criativas e inspiradoras sobre variados temas. 

  Oficinas

As oficinas são uma metodologia de trabalho que consiste na aprendizagem e formação coletiva através da interação e troca de saberes. 

CURADORIA

REALIZAÇÃO