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Confira as participantes confirmadas até o momento:

Música, teatro, performances, instalações e dança

Afro Laje

Afro Laje
Grupo Musical e Rituais Culturais

Nas comunidades pobres do Rio, onde faltam espaços públicos, a laje das residências é espaço de encontro e lazer. Desde 2012, o Grupo Afrolaje se dedica a ocupar esses lugares com cultura afro brasileira. Fundado pela coreógrafa Flavia Souza e pelo mestre de Capoeira Ivan Jr., o Afrolaje realiza shows, oficinas e rodas de conversa, com  jongo, capoeira  e samba de roda. O trabalho do Afrolaje já foi reconhecido com o Prêmio Cultura Afro Brasileira da Fundação  Palmares, a seleção nos editais Ações Locais e Favela Criativa, da Prefeitura do Rio e o  prêmio Arte Escola da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro.

Anelis Assumpção

Anelis Assumpção
Cantora e compositora

Cantora e compositora brasileira, Anelis Assumpção mistura arranjos irreverentes, pitadas de dub, afrobeat e grooves brasileiros com vocais sensuais em suas canções. Filha do falecido cantor e compositor Itamar Assumpção, Anelis representa o espírito livre de amarras da vanguarda da música de São Paulo, bem como o toque de originalidade de seu pai. O álbum de estreia,“Sou Suspeita, Estou Sujeita, Não Sou Santa”(2011) recebeu boas críticas que a levou a estar nos principais festivais e line-ups do Brasil e Portugal. Em 2014, lançou seu novo álbum, “Amigos Imaginários” que foi sucesso com centenas de milhares de plays on-line nas redes sociais, só no primeiro mês. O álbum, que foi mixado pelo dub master nova-iorquino, Victor Ricee, inclui faixas que evocam a sensação entorpecente das noites de uma megalópole como São Paulo. O álbum lhe rendeu o prêmio Deezer de Artista do Ano, em 2014 e o prestigiado prêmio APC (Associação Paulista dos Críticos de Arte) para Melhor Artista Revelação, no ano de 2015. As suas letras em inglês, português e espanhol apresentam uma poética descompromissada, repleta de crítica social, em palavras interlaçadas, sobre histórias de amor, vivências e comida. Atualmente ela prepara seu terceiro álbum.

As Caixeiras do Divino

As Caixeiras do Divino
Grupo Musical e de Rituais Culturais

As Caixeiras do Espírito Santo são mulheres maranhenses que tocam tambores, cantam e conduzem um ritual de devoção e fé? da Festa do Divino. Guardiãs dos rituais religiosos da expressão cultural, carregam em suas bagagens as tradições culturais transmitidas pelos seus ancestrais. Aqui, em terras fluminenses, integram uma comunidade maranhense e seguem perpetuando seus saberes para a nova geração de devotos do Divino, familiares, amigos e admiradores desta esta rica tradição. No Rio de Janeiro, as Caixeiras tocam desde 1967, ano de fundação da Comunidade Maranhense e da realização da primeira festa do Divino na cidade. Atualmente, as Caixeiras que realizam a Festa do Divino Espirito Santo, no Rio de Janeiro, são: Dona Antônia, Dona Gercy, Dona Vitória, e Dona Diana.

As Marias da Graça

As Marias da Graça
Grupo de teatro

As Marias da Graça são mulheres que se organizaram e desenvolvem um fazer artístico que historicamente foi marcado pela presença masculina, produzindo culturalmente uma leitura da impossibilidade da existência do ser ”palhaça”. Portanto, para além de sua possibilidade de desenvolver sua arte a partir do cotidiano feminino, sua existência através dos tempos torna-se também um instrumento de resistência e de promoção de mudanças nas relações sociais de gênero. O grupo foi criado em 1991, a partir de uma oficina de clown. Em sua formação inicial havia sete palhaças. Da formação original ficaram Geni Viegas, Karla Concá e Vera Ribeiro. São mulheres que trabalham o riso e escolheram a arte da/o palhaça/o para expressar o cotidiano feminino. Interferem assim, na visão tradicional deste universo artístico. Em 2003, Samantha Anciães integrou-se ao grupo. Foi nesse ano que o grupo se institucionalizou e fundou As Marias da Graça Associação de Mulheres Palhaças que tem como missão valorizar a arte da mulher palhaça dentro da visão do feminino.

Cia Mystérios e Novidades

Cia Mystérios e Novidades
Grupo musical e teatral

A Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades é parte de um movimento cultural que trabalha no risco e na busca do essencial do teatro. Formada por artistas que desenvolvem um trabalho contemporâneo, a serviço da evolução do ser humano e da sociedade, afirma o Teatro de Rua como importante veículo de intervenção urbana e transformação.Seus espetáculos, com suas coreografias em pernas de pau e música ao vivo, buscam inspiração na linguagem dos antigos atores/músicos populares, inscrevendo-se como “Ópera Popular” e afirmando a arte de rua como ARTE PÚBLICA, arte para todos. Sob a tônica do imaginário cultural das tradições e raízes brasileiras, contribui para a preservação e valorização da memória cultural do país, integrando teatro e vida, tradição e contemporaneidade. Criada em 1981 na cidade de São Paulo migra em 1998 para o Rio de Janeiro e amplia suas atividades com a criação do Condomínio Cultural no Largo de São Francisco, Centro - espaço aberto à experimentação, elaboração e apresentação de espetáculos de diversas companhias brasileiras de teatro, bem como a realização de projetos sociais e oficinas, cursos e workshops de artes cênicas.  Atualmente tem sua sede na Gamboa, zona portuária do Rio de Janeiro, onde, desde 2007 desenvolve o projeto pioneiro “Gigantes Pela Própria Natureza - Orquestra Itinerante de Rua sobre pernas de pau”, um programa de formação para jovens e adultos com o objetivo de promover meios de inclusão social através da arte. Enfatizando o conceito de “Escola sem paredes”, valoriza o indivíduo em seu potencial criativo e como agente de transformação. 

Coletivo Madalena - Anastácia

Coletivo Madalena - Anastácia
Coletivo de mulheres negras

Criado em 2015, no Rio de Janeiro, o Coletivo Madalena-Anastácia discute, através de suas produções artísticas, as opressões de gênero e raça que desafiam a vida das mulheres negras. Criado por Bárbara Santos e formado por mulheres negras, o Coletivo Madalena Anastácia integra a Rede Ma(g)dalena Internacional, composta por grupos feministas da América Latina, Europa e África e é associado ao Centro de Teatro do Oprimido. Por meio de oficinas, seminários, palestras, laboratórios de criação artística, o Coletivo segue em direção a movimentos sociais, organizações e espaços de expressão para mulheres, onde possam refletir sobre a especificidade de suas opressões, fortalecendo-se na luta para ampliação de direitos conquistados. No currículo do grupo estão, além de performances, os espetáculos “Consciência do Cabelo aos Pés” (2015) e “Nega ou Negra?” (2016) no Brasil. Já a carreira internacional, inclui I Festival Ma(g)dalena Internacional, em  Puerto Madryn, na Argentina, em 2015; o IV Encontro Internacional de Teatro do Oprimido na Nicarágua, em 2016; e também o II Festival Ma(g)dalena Internacional, em Berlim, em 2017.

DJ Badsista

DJ Badsista
Dj

Mulher, periférica, DJ e produtora musical. Envolvida com a cena funk e eletrônica de São Paulo, trabalhou ao lado de artistas como Lei Di Dai, Linn da Quebrada e Jaloo. Transita também pela cena house e techno. Por onde passa dissemina o fortalecimento e a possibilidade de mulheres e pessoas periféricas na música. Na vida dissemina confusão, caos, desconstrução, quebra do paradigma. Sua dica sempre será: "Vamos estudar, gatas, vamos estudar! ”.

Dj Tamy

Dj Tamy
Dj

Tamyris Reis, conhecida como DJ Tamy, teve contato com música desde  pequena. Estudou piano, flauta, violão, percussão, canto e teoria musical. Na sua adolescência, por influência de alguns amigos começou a estudar, aprimorando as técnicas para se profissionalizar como DJ.  Em 2012, estudou no Red Bull Favela Beats onde teve contato com várias referências artísticas. Desde então, Tammy se apresenta em grandes eventos, como Hutúz Rap, Terra do Rap, Latinidades, Satélite 061, Hip Hop Rio, Arte Core, Batom Battle, Festival de Inverno, Fábrika Apresenta e Festival Rider #DáPraFazer. Em 10 anos de carreira, já abriu shows de grandes artistas como Elza Soares, Emicida, Racionais MC’s, Oshun, Tássia Reis, Mv Bill, Karol Conká, Bob Vallentino, Lianne La Havas, De La Soul , Iza, Ludmilla, Mc Lyte e Kaytranada.

DJs Tasha e Tracie

DJs Tasha e Tracie
Djs

 As DJs Tasha e Tracie Okereke são irmãs gêmeas, paulistanas de 23 anos.  Além de agitar a pista de dança, são estilistas, diretoras de arte, produtoras culturais, blogueiras, ativistas da periferia. Trabalham pela  autonomia e auto-estima do jovem favelado. Atualmente estão à frente do projeto Expensive $hit, blog que aborda moda, música, arte e cultura.

Instagram Tasha | Istagram Tracie | Facebook Tasha | Facebook Tracie | Blog

Dona Onete

Dona Onete
cantora e compositora

Dona Onete é cantora e compositora paraense. Conhecida como a Musa do Carimbó Chamegado, aos 72 anos de idade lançou o seu primeiro CD intitulado “Feitiço Caboclo”. Hoje aos 79 anos, ela realiza turnês pelo Brasil e pelo mundo com o segundo álbum da carreira “Banzeiro” e se prepara para lançar o primeiro DVD. Com mais de 200 composições, Dona Onete tem dividido sua extensa obra com vários artistas da nova geração da música popular brasileira, como Gaby Amarantos, Emília Monteiro, Aíla Magalhães e Juliana Sinimbú. Participou do documentário “Visceral Brasil”, série da TV Brasil sobre mestres da música brasileira, e foi atração na série Latin American Beats, da BBC, sobre a nova produção musical dos países latino-americanos, com uma audiência estimada em 239 milhões de pessoas.

Ilú Obá de Min

Ilú Obá de Min
instituição, intervenção cultural

O “Bloco Afro Ilú Obá De Min” é uma intervenção cultural baseada na preservação de patrimônio imaterial a partir de uma pesquisa sobre matrizes africanas e afro-brasileiras e a bateria é composta exclusivamente por mulheres. Foi fundado pelas percussionistas Beth Beli, Girlei Miranda e Adriana Aragão em 2004 para promoção e divulgação da cultura negra no Brasil, e para o fortalecimento das mulheres negras na sociedade. Entoa cantos em Yorubá e danças, advindos dos terreiros de Candomblé e das culturas populares, realizando uma grande ópera de rua comandada pela força dos tambores. É tradição na sexta-feira e domingo de Carnaval nas ruas da cidade de São Paulo, que em 2018, reunuiu cerca de 30 mil pessoas. Tornou-se referência étnico-cultural e educativa, com diversas premiações  como o Prêmio Culturas Populares Mestre Humberto Maracanã 2008 – SID/MINC, o Prêmio Governador do Estado 2013, Brasil Criativo em 2014, Prêmio Jovens do Axé 2015 e 2017 e Prêmio Africa-Brasil 2015.

 

Letrux

Letrux
Cantora

Atriz com peças e longas-metragens no currículo, Letícia Novaes, ou LETRUX, carinhoso apelido dado pelos amigos há alguns anos, é um dos nomes de maior destaque no cenário da música independente contemporânea. Depois de alguns anos de experimentalismo, em 2008 ela e o músico Lucas Vasconcellos, com quem foi casada até 2014, formaram o elogiado duo LETUCE, que lançou três álbuns (PLANO DE FUGA PRA CIMA DOS OUTROS E DE MIM, de 2009; MANJA PERENE, de 2012; e ESTILHAÇA, de 2015) Firmou o seu nome no panorama independente da última década com seu primeiro e premiado disco solo, EM NOITE DE CLIMÃO, eleito Melhor Disco de 2017 pelo Prêmio Multishow, e também pelo prêmio de Melhor Produção, pelo júri do Women Music Event, e a indicação a Melhor Disco de 2017 pelo prêmio da revista Bravo!. Com quatro clipes na web e mais dois por vir, a turnê de EM NOITE DE CLIMÃO vem lotando os teatros e festivais por onde passa, com apresentações catárticas em São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e no Rio de Janeiro, onde tudo começou.

Liz Aggiss

Liz Aggiss
dançarina e coreógrafa contemporânea

Liz Aggiss é dançarina e coreógrafa contemporânea britânica. Estudou no Modern Educational Dance de Rudolph von Laban no Reino Unido, e no Dance Theatre Laboratory, em Nova Iorque. É professora de Visual Performance na Universitdade de Brighton tem doutorado em prática interdisciplinar da Universidade de Gotemburgo, e em Arte da Universidade de Chichester. Seu trabalho é baseado por extensa pesquisa contextual e questiona os limites da prática de dança convencional, considerando a política de gênero e a representação das mulheres. Suas performances integram dança, texto, filme e humor. Tem diversos prêmios pelos seus filmes de dança, exibidos na BBC e ABC Australia. Sua última performance Slap and Tickle recebeu o prêmio Total Theatre Award 2017 e será apresentada no Rio.

Site

Luedji Luna

Luedji Luna
Cantora e compositora

Cantora e compositora baiana, Luedji Luna é co-fundadora do PALAVRA PRETA, mostra que reúne compositoras e poetisas pretas de todo o Brasil. Foi vencedora da etapa regional do Festival da Canção Francesa, realização da Aliança Francesa em 2013. Em 2017 a cantora lançou seu primeiro disco que leva o mesmo nome do seu single, “Um Corpo no Mundo”. O trabalho foi contemplado em primeiro lugar com o Prêmio Afro em patrocínio com a Petrobrás, e conta com a produção de Sebastian Notini, músico sueco radicado na Bahia, também produtor dos dois últimos discos de Tiganá Santana, e o mais recente trabalho da também baiana Virgínia Rodrigues, o premiado "Mama Kalunga". No segundo semestre de 2018, a cantora se prepara para a turnê de seu primeiro disco por 5 estados do país, com apoio do Natura Musical.

Marcia Zanelatto

Marcia Zanelatto
ESCRITORA, ROTEIRISTA E DRAMATURGA

Marcia Zanelatto escreve para teatro, televisão e cinema. Seu trabalho frequentemente fala sobre racismo, segurança pública e identidade sexual e de gênero. Recebeu o Prêmio Justiça nas Favelas, da Fundação Ford; o Prêmio de Tradução do Teatro Brasileiro, da Fundação Nacional de Artes, para a peça "Eles não usam tênis naique"; o Prêmio APTR, como Melhor Autor, para "Desalinho"; o prêmio Seleção Brasil em Cena, por "Tempo de Solidão" e Prêmio Botequim Cultural, de Melhor Autor, por “ELA”. Participou dos eventos Red Like Embers, em Londres; do Birth Festival, em Manchester; e, em Nova York, do Pen World Voices International e da mostra Female Voices from Brasil. É uma das autoras da antologia Teatro Brasileiro Contemporâneo, lançada pelo Ministério das Relações Exteriores em diversos países. Suas peças foram traduzidas para o inglês, espanhol, francês e sueco. No Festival Mulheres do Mundo, no eixo das Mulheres nas Artes e Cultura vai apresentar o espetáculo "Parto - em trabalho". 

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Maria Beraldo

Maria Beraldo
cantora, compositora e clarinetista

Maria Beraldo é clarinetista, cantora da banda de Arrigo Barnabé e integrante da Quartabê. CAVALA é o primeiro disco solo de Maria Beraldo e traz o grito de liberdade de uma mulher lésbica, o passo de uma clarinetista que se transforma em compositora e o gesto de uma artista que emerge no Brasil do ano de 2018. Gravando discos, fazendo shows – com Elza Soares, Negro Leo, Iara Rennó, Rodrigo Campos, Laura Diaz, Dante Ozzetti, Rômulo Fróes e outros amigos, Maria se descobre autora e em sua primeira leva de composições mostra forte identidade, apontando para estruturas concisas, poucos elementos e curtas durações. É mestre em Música e Bacharel em Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). 

Mulheres ao Vento

Mulheres ao Vento
Grupo de dança

Mulheres ao Vento é um projeto de dança que percorre a afro-brasilidade atrelada ao feminismo negro? para disseminar a cultura de matriz africana através da arte, em especial das artes cênicas, aliando a discussão para a promoção da diversidade, igualdade de gênero e do respeito. O Mulheres ao Vento foi idealizado e realizado por Andreza Jorge e Simonne Alves, ambas dançarinas graduadas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. O projeto acontece desde 2016 no Conjunto de favelas da Maré.

Mulheres Rodadas

Mulheres Rodadas
Bloco de carnaval

Mulheres Rodadas

O Bloco Mulheres Rodadas é o primeiro bloco feminista do carnaval carioca. O grupo surgiu em 2015, como forma de protesto contra uma postagem machista feita na internet, que dizia: “Não mereço mulher rodada”. Em resposta, a convocação para o primeiro desfile questionava: ainda cabe rotular mulheres por suas escolhas? Desde então, o bloco tem levado às ruas uma banda majoritariamente feminina, além do debate sobre direitos das mulheres e machismo. No seu primeiro ano, participou da campanha “O Valente não é violento”. Em 2016, integrou o movimento #carnavalsemassedio. Em paralelo, uma parte do grupo realiza a roda de samba “Pra que rimar amor e dor”, onde são cantados sambas em que a tônica é a agressão às mulheres. O bloco também oferece oficinas de música, apresentações na rua e rodas de conversa sobre temas relacionados ao feminismo.

RAP Party UK

RAP Party UK
noite de hip-hop e poesia

The RAP Party é uma noite de hip-hop e poesia (RAP = Rhythm And Poetry) dirigida pelos poetas Inua Ellams e Theresa Lola. Ocorre em vários locais em Londres e no Reino Unido e seu objetivo é criar uma atmosfera de festa, além que uma noite tradicional de poesia. Em cada festa, seis a sete poetas e um DJ são reunidos. Cada poeta declama um poema inspirado no hip-hop, e, em seguida, seleciona duas faixas para serem tocadas. Theresa Lola é poetisa nigeriana-britânica. Ela atua como facilitadora de workshops e é co-curadora da RAP Party. Recebeu o prêmio Bridport Poetry Prize (2018) e esteve entre os nomes indicados ao Bridport Poetry Prize (2017) e London Magazine Poetry Prize (2016). Vencedora do "Hammer and Tongue Slam" em 2017, ela apresenta suas poesias em todo o Reino Unido e no mundo. Inua Ellams é poeta, dramaturgo e performer nascido na Nigéria, enraizado em Londres. Autor de quatro livros de poesia e peças de grande sucesso. Sua peça "Barber Shop Chronicles" está atualmente em exibição no National Theatre, em Londres. Ele também está se apresentando por todo o Reino Unido, com o espetáculo "An Evening With an Immigrant".

Tássia Reis

Tássia Reis
Cantora e compositora

Tássia Reis poderia simplesmente ser definida pelas suas características artísticas, como compositora e cantora, e já seria suficiente para que se escutasse com atenção este segundo trabalho da artista nascida em Jacareí há 27 anos, que faz do hip hop sua arma contra e à favor do mundo. Mas ela é bem mais que isso – é uma usina criativa de convicções, em que seu discurso tão feminista quanto libertário (nas mais diversas vertentes, da intolerância à opressão emocional) dita canções sublimes, embaladas por sua doce voz em gêneros abertos, do rap ao reggae.  Já foi convidada para cantar com Marcelo D2, gravou com Izzy Gordon, fez shows com a banda de jazzrap Mental Abstrato, e foi para o universo das rimas femininas no projeto “Rimas e Melodias”, e aí, entrou para a discussão de gêneros que sempre propôs no “Salada de Frutas” e a posição política a levou a novas composições, que culminam no disco “Outra Esfera”.

 

Tiê

Tiê
Cantora e compositora

Natural de São Paulo, Tiê é uma cantora de voz suave e compositora de canções românticas. Aos 38 anos, já lançou quatro álbuns. Sweet Jardim, de 2009, foi seguido por A coruja e o coração, de 2011, indicado à categoria Revelação do Prêmio Multishow. Em 2014, a cantora lançou o disco Esmeraldas, que teve como carro chefe a canção “A Noite”, trilha sonora da novela I love Paraisópolis, da Rede Globo. O clipe da canção, sucesso nacional, tem mais de 99 milhões de visualizações no YouTube. Seu último álbum, Gaya, de 2017, teve duas canções escolhidas para trilhas de produções globais. A canção “Mexeu  Comigo” integrou o seriado Malhação: Vidas Brasileiras, e “Amuleto” fez parte das músicas da novela O  Outro  Lado  do  Paraíso. Artista de carreira internacional, Tiê já se apresentou em festivais como  Rock in Rio e Lollapalloza.

Artes Plásticas

Elis Pinto

Elis Pinto
Artista visual, escritora de literatura negra e empreendedora

Elisangela Pinto é graduada em Ciências Biológicas e fez cursos na EAV-Parque Lage. É mãe, moradora de Santa Teresa e nascida em Duque de Caxias. Sofreu violências obstétricas em 2011 e seu trabalho artístico é voltado ao feminismo negro. Artista visual e escritora de literatura negra. Empreende produzindo geléias veganas e orgânicas a Vênus, com frutas do seu próprio quintal, que trazem no rótulo suas pinturas da série As Três Graças do Brasil, valorizando a cultura afro-tupiniquim feminina.

Moon Ribas

Moon Ribas
Ativista e artista performática

Moon Ribas é uma artista de vanguarda catalã e ativista ciborgue, conhecida por ter um sensor sísmico on-line implantado no corpo. Moon recebe vibrações do sensor a cada terremoto ocorrido no planeta e transforma essa experiência em performances baseadas em som, como em sua obra Percussão Sísmica; ou dança, como Waiting For Earthquakes. Desde 2007, Moon vem experimentando a união entre a tecnologia e seu corpo para explorar os limites da percepção e do movimento. Em 2010, ela participou da criação da Cyborg Foundation, uma organização internacional que pretende estimular pessoas a tornarem-se ciborgues, além de promover a sua arte e defender seus direitos. Ribas também fundou a Transpecies Society, em 2017. A associação dá voz a “identidades não humanas” e defende a liberdade de autodesign.  

Priscila Fiszman

Priscila Fiszman
Arquiteta e Artista

Priscila Fiszman estudou Arquitetura na UFRJ e é formada em Desenho pela Camberwell College of Arts. Já participou de coletivas em Londres e no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. Já expôs em Copeland Park, Hoxtons Basement, Centro de Artes Helio Oiticica, Camberwell Space, Oi Futuro Flamengo, Solar do Abacaxis, Espaço Átomos, Ateliê Despina, entre outros. Trabalhou, em 2014, na performance 512 Horas com Marina Abramovic na Serpentine Galleres, Londres. Participou do projeto Permanências e Destruções, em 2015, na Praça XV, e em 2016 no Morro do Alemão. Em 2016, com a premiação do projeto “Escada do Amor”, projeto de circulação vertical para a Travessa Laurinda, ficou exposto no Museu do Amanhã.Em 2018 participou da residência And fes les Mouettes em Vevey, Suiça.

Desde 2015 trabalha com oficinas de arte e arquitetura para crianças, e atualmente é professora do Parquinho Lage, a Escola de Artes visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro. Já realizou oficinas no Redes da Maré, Instituto todos na Luta,Escola Americana do Rio de Janeiro, Escola Parque, Espaço Cria, Liessin, Lanchonete no Saracura, entre outros.

Oficinas

Afrofunk

Afrofunk
Oficina de dança

Afrofunk Rio

O projeto Afrofunk Rio realiza ações criativas para articular artistas e funkeiros, contribuindo para ampliar e desenvolver o movimento funk no Rio de Janeiro. O projeto nasceu em 2014, com uma oficina de dança para mulheres, e desde então promove rodas de conversa, festas e eventos, como o Baile das Abusadas e o espetáculo musical Afro Power. A iniciativa nasceu da pesquisa da atriz e dançarina Taísa Machado, fã dos bailes funk desde criança, ex-integrante do Grupo Tá Na Rua, do diretor e teatrólogo Amir Haddad, e da Cia Corp'Afro, da bailarina afro Eliete Miranda. Nas suas  oficinas, Taísa une dança e história da cultura negra, com o objetivo usar a dança como “ferramenta de empoderamento corporal e intelectual”.

Ana Olívia - Yoga na Maré

Ana Olívia - Yoga na Maré
Professora de Yoga

Portuguesa, Ana Olívia viveu na Alemanha e na Espanha, onde trabalhou em várias organizações não governamentais na área de prevenção da delinquência e dos direitos humanos. Em 2012, chegou ao Rio de Janeiro para trabalhar como voluntária numa favela. Formada em vários tipos de yoga, em agosto de 2015 criou o projeto Yoga na Maré, dedicado a tornar a prática acessível a todas as pessoas, principalmente em uma área caracterizada pela violência e pela ausência de iniciativas de bem-estar. Sempre dedicada a aprofundar o seu conhecimento, atualmente Ana Olívia estuda a medicina ayurvédica, mais antigo sistema de saúde conhecido. Suas aulas se baseiam na fluidez do movimento e na respiração consciente e valorizam o equilíbrio entre corpo e mente, focando na evolução e autoconhecimento do aluno.

Dora Selva - Viva Pelve

Dora Selva - Viva Pelve
Workshop de Dança

Dora Selva é bailarina paulistana, graduada pela Comunicação das Artes do Corpo pela PUC de São Paulo, que oferece a oficina VIVA PELVE, técnica do movimento relacionada aos quadris e ao feminino. Criadora do solo "stress", que circulou por festivais universitários em São Paulo, foi integrante da companhia Lia Rodrigues Companhia de Danças, sediada na Maré, por 4 anos. É iniciada espiritualmente pelo Sagrado Feminino e pelo Reiki, e estuda a relação muito antiga entre arte e cura. Atualmente está apresentando sua mais nova criação "De quando as águas cresceram por sobre o ventre da terra", e integra o programa de formação e deformação da EAV- Parque Lage.

Inaê Moreira - Dança Intuitiva

Inaê Moreira - Dança Intuitiva
Artista e profissional de circo

Inaê Moreira é mulher negra e artista baiana. Formada em Dança pela Escola de Dança da Funceb, licenciada em Dança pela Universidade Federal da Bahia e profissional de Circo pela Escuela de Artes Urbanas de Rosário/Argentina. Possui experiência nas diversas técnicas corporais: dança, acrobacias, capoeira angola, e contato improvisação. A partir dessas experiências dialoga com universos populares e contemporâneos. Seus atuais projetos trazem questões vividas pelo corpo negro feminino, afro-brasileiro e diaspórico. É guiança na oficina de Dança Intuitiva para Mulheres.

Dança Intuitiva | Facebook

Juliana Marques

Juliana Marques
comunicóloga e consultora de produtos sensuais

Juliana Marques é mãe e feminista. Formada em Comunicação Social, com experiências em Comunicação Corporativa e Desenvolvimento e treinamento de pessoas, há dois anos atua como consultora de produtos sensuais, tendo especializado-se em Saúde da Mulher, a masturbação e o orgasmo feminino como formas de liberação e empoderamento.

Makerspace Olabi - PretaLab

Makerspace Olabi - PretaLab
organização social

O Olabi é uma organização social que busca democratizar a produção de tecnologia na construção de um mundo mais diverso e justo. A sede, no Rio de Janeiro, é um makerspace, ou seja, um espaço de fazer. Um ambiente em que o erro é permitido, onde as pessoas podem entrar em contato e desenvolver projetos ligados à eletrônica, robótica, permacultura, inteligência artificial, fabricação digital, artesanato, marcenaria, design, dentre outras técnicas. A Pretalab é uma plataforma do Olabi que estimula que mais meninas e mulheres negras e indígenas tenham acesso ao universo das inovações e da tecnologia.

Maria Lalla Cy Aché

Maria Lalla Cy Aché
Compositora, escritora, dançarina e coreógrafa.

Criadora da Mandala Florestal, inspirada nos ritmos e tradições brasileiras para celebrar e ativar com as mulheres o Raio Feminino do Destemor. É presidente do Instituto Cy - Cultura de Paz Através das Artes. Guia da Sufi Ruhaniat Internacional, mentora de Danças da Paz Universal e membro do Conselho Internacional de Danças CID/UNESCO.

  As atrações estarão espalhadas pela Praça Mauá, MAR, Museu do Amanhã e Armazém 1 (Pier Mauá).