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Confira as participantes da primeira edição do Festival WOW Rio:

Música, teatro, performances, instalações e dança

Afrolaje

Afrolaje
Grupo Musical e Rituais Culturais

O Grupo Afrolaje – dança música, percussão e pesquisa – foi fundado em 2012 na região do Grande Méier – Zona Norte do Rio de Janeiro, pela professora e coreógrafa Flavia Souza, bacharela em Dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pelo professor de capoeira Ivan Jr, bacharel em Educação Física também pela UFRJ onde convidou e se reuniu com seus colaboradores em 2013, para dar inicio. Este projeto surgiu como uma releitura da significação da laje das casas de comunidades carentes do Rio de Janeiro, lugar comumente reconhecido, nesta cidade, como um espaço de encontro de guetos e foco de resistência cultural. Com nossas reuniões periódicas para a prática do Jongo e da Capoeira Angola na laje, com o intuito de pesquisar, preservar e divulgar a memória da cultura popular afro brasileira. No dia 18 de novembro , mulheres do Afrolaje vãorealizar uma roda de jongo interativa com o publico e convida a todas e todos para este grande circulo de amor para agregar! 

Domingo, 18h - 16h45 às 17h15
Arte e Cultura 
Praça Mauá | Palco principal

Alicia Esteves

Alicia Esteves
fotógrafa, ativista e performer

Alicia Esteves é fotógrafa ativista e performer. Desde 2015, cobre ocupações e manifestações do movimento secundarista e estudantil. Colabora para a revista VaidaPé e Jornalistas Livres. Integra a ColetivA Ocupação, que apresentou a performance “Só me convidem para uma revolução onde eu possa dançar” na Mostra Performando Oposições da Casa do Povo e na MIT, Mostra Internacional de Teatro. Participa das atividades educativas na ocupação Aqualtune. Fez o curso cinema independente de Leandro Afonso, participou da Opera Pagliacci e foi monitora da exposição a Nova Arte Política da fundação Lauro Campos. É integrante da coletivA ocupação com o espetáculo Quando Quebra Queima.

Domingo 18/11 - 14h00 às 17h00
Oficina 
Armazém | Espaço Márcia X

 

Anelis Assumpção

Anelis Assumpção
Cantora e compositora

Cantora e compositora brasileira, Anelis Assumpção mistura arranjos irreverentes, pitadas de dub, afrobeat e grooves brasileiros com vocais sensuais em suas canções. Filha do falecido cantor e compositor Itamar Assumpção, Anelis representa o espírito livre de amarras da vanguarda da música de São Paulo, bem como o toque de originalidade de seu pai. O álbum de estreia,“Sou Suspeita, Estou Sujeita, Não Sou Santa”(2011) recebeu boas críticas que a levou a estar nos principais festivais e line-ups do Brasil e Portugal. Em 2014, lançou seu novo álbum, “Amigos Imaginários” que foi sucesso com centenas de milhares de plays on-line nas redes sociais, só no primeiro mês. O álbum, que foi mixado pelo dub master nova-iorquino, Victor Ricee, inclui faixas que evocam a sensação entorpecente das noites de uma megalópole como São Paulo. O álbum lhe rendeu o prêmio Deezer de Artista do Ano, em 2014 e o prestigiado prêmio APC (Associação Paulista dos Críticos de Arte) para Melhor Artista Revelação, no ano de 2015. As suas letras em inglês, português e espanhol apresentam uma poética descompromissada, repleta de crítica social, em palavras interlaçadas, sobre histórias de amor, vivências e comida. Atualmente ela prepara seu terceiro álbum.

Sexta 16/11 - 18h30 – 23h00
Arte e Cultura - Shows e festa
Praça Mauá | Palco Principal

Ariane Fachinetto

Ariane Fachinetto
atriz

Ariane Fachinetto, 17 anos, iniciou sua formação artística em 2014 na Fábrica de Cultura da Brasilândia cursando teatro. Em 2016 entrou para a ColetivA Ocupação, dirigida por Martha Kiss Perrone e em 2017 apresentou na MIT, a performance "Só me convidem para uma revolução onde eu possa dançar". Ainda em 2017 atuou nos espetáculos de teatro Os Satyros. Em 2018 integrou a peça Revolta Lilith também dirigida por Martha Kiss Perrone.

Domingo 18/11 - 14h00 – 17h00
Oficina  : Corpos insurgentes
Armazém | Espaço Márcia X

As Caixeiras do Divino

As Caixeiras do Divino
Grupo Musical e de Rituais Culturais

As Caixeiras do Espírito Santo são mulheres maranhenses que tocam tambores, cantam e conduzem um ritual de devoção e fé? da Festa do Divino. Guardiãs dos rituais religiosos da expressão cultural, carregam em suas bagagens as tradições culturais transmitidas pelos seus ancestrais. Aqui, em terras fluminenses, integram uma comunidade maranhense e seguem perpetuando seus saberes para a nova geração de devotos do Divino, familiares, amigos e admiradores desta esta rica tradição. No Rio de Janeiro, as Caixeiras tocam desde 1967, ano de fundação da Comunidade Maranhense e da realização da primeira festa do Divino na cidade. Atualmente, as Caixeiras que realizam a Festa do Divino Espirito Santo, no Rio de Janeiro, são: Dona Antônia, Dona Gercy, Dona Vitória, e Dona Diana.

Sábado 17/11- 14h30 – 15h30
Arte e Cultura : Grupo de música tradicional 
Praça Mauá | Tenda Dandara

As Marias da Graça

As Marias da Graça
Grupo de teatro

As Marias da Graça são mulheres que se organizaram e desenvolvem um fazer artístico que historicamente foi marcado pela presença masculina, produzindo culturalmente uma leitura da impossibilidade da existência do ser ”palhaça”. Portanto, para além de sua possibilidade de desenvolver sua arte a partir do cotidiano feminino, sua existência através dos tempos torna-se também um instrumento de resistência e de promoção de mudanças nas relações sociais de gênero. O grupo foi criado em 1991, a partir de uma oficina de clown. Em sua formação inicial havia sete palhaças. Da formação original ficaram Geni Viegas, Karla Concá e Vera Ribeiro. São mulheres que trabalham o riso e escolheram a arte da/o palhaça/o para expressar o cotidiano feminino. Interferem assim, na visão tradicional deste universo artístico. Em 2003, Samantha Anciães integrou-se ao grupo. Foi nesse ano que o grupo se institucionalizou e fundou As Marias da Graça Associação de Mulheres Palhaças que tem como missão valorizar a arte da mulher palhaça dentro da visão do feminino.

Domingo 18/11 - 18h00 – 19h00
Arte e cultura
Apresentação circense Zabelinha
Armazém | Espaço Márcia X

Carolina Bianchi

Carolina Bianchi
diretora, escritora e atriz

Carolina Bianchi dirige, escreve e performa suas obras. Obcecada pelo erotismo enquanto estudo da experiência dos corpos na cena. Últimas labutas: Mata-me de Prazer (2016), Quiero hacer el amor (2017), Utopyas to every day life (2017), LOBO (2018) e Revolta Lilith (2018).

Sábado 17/11 : 18h00 – 19h00 e  20h00 – 21h00
Arte e Cultura
Revolta Lilith
Armazém | Espaço Márcia X

Cia Mystérios e Novidades

Cia Mystérios e Novidades
Grupo musical e teatral

A Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades é parte de um movimento cultural que trabalha no risco e na busca do essencial do teatro. Formada por artistas que desenvolvem um trabalho contemporâneo, a serviço da evolução do ser humano e da sociedade, afirma o Teatro de Rua como importante veículo de intervenção urbana e transformação.Seus espetáculos, com suas coreografias em pernas de pau e música ao vivo, buscam inspiração na linguagem dos antigos atores/músicos populares, inscrevendo-se como “Ópera Popular” e afirmando a arte de rua como ARTE PÚBLICA, arte para todos. Sob a tônica do imaginário cultural das tradições e raízes brasileiras, contribui para a preservação e valorização da memória cultural do país, integrando teatro e vida, tradição e contemporaneidade. Criada em 1981 na cidade de São Paulo migra em 1998 para o Rio de Janeiro e amplia suas atividades com a criação do Condomínio Cultural no Largo de São Francisco, Centro - espaço aberto à experimentação, elaboração e apresentação de espetáculos de diversas companhias brasileiras de teatro, bem como a realização de projetos sociais e oficinas, cursos e workshops de artes cênicas.  Atualmente tem sua sede na Gamboa, zona portuária do Rio de Janeiro, onde, desde 2007 desenvolve o projeto pioneiro “Gigantes Pela Própria Natureza - Orquestra Itinerante de Rua sobre pernas de pau”, um programa de formação para jovens e adultos com o objetivo de promover meios de inclusão social através da arte. Enfatizando o conceito de “Escola sem paredes”, valoriza o indivíduo em seu potencial criativo e como agente de transformação. 

Sábado 17/11: 16h00 – 17h00
Arte e Cultura
Fúrias
Praça Mauá | Tenda Dandara

Coletivo Madalena-Anastácia

Coletivo Madalena-Anastácia
Coletivo de mulheres negras

Criado em 2015, no Rio de Janeiro, o Coletivo Madalena-Anastácia discute, através de suas produções artísticas, as opressões de gênero e raça que desafiam a vida das mulheres negras. Criado por Bárbara Santos e formado por mulheres negras, o Coletivo Madalena Anastácia integra a Rede Ma(g)dalena Internacional, composta por grupos feministas da América Latina, Europa e África e é associado ao Centro de Teatro do Oprimido. Por meio de oficinas, seminários, palestras, laboratórios de criação artística, o Coletivo segue em direção a movimentos sociais, organizações e espaços de expressão para mulheres, onde possam refletir sobre a especificidade de suas opressões, fortalecendo-se na luta para ampliação de direitos conquistados. No currículo do grupo estão, além de performances, os espetáculos “Consciência do Cabelo aos Pés” (2015) e “Nega ou Negra?” (2016) no Brasil. Já a carreira internacional, inclui I Festival Ma(g)dalena Internacional, em  Puerto Madryn, na Argentina, em 2015; o IV Encontro Internacional de Teatro do Oprimido na Nicarágua, em 2016; e também o II Festival Ma(g)dalena Internacional, em Berlim, em 2017.

Daspu

Daspu

A Daspu foi criada em 2005 pela prostituta e autora do livro “Filha, mãe, avó e puta”, Gabriela Leite, ativista e fundadora, com Lourdes Barreto, do movimento organizado de prostitutas no Brasil, que em 2017 fez 30 anos, tendo como marco o I Encontro Nacional de Prostitutas “Fala, Mulher da Vida”, que aconteceu no Rio de Janeiro em 1987. Criou a Daspu em 2005, inicialmente como uma grife de moda que pudesse funcionar como um dispositivo cultural e artístico para dar visibilidade e sustentabilidade às ações da ONG Davida. Com a repercussão e o afeto gerado pela sua proposição, Daspu acabou se tornando uma política cultural que dialoga com as questões relacionadas a sexualidade, cidade, prostituição e direitos humanos.
 
Domingo 18/11 | 19h30 - 20h30
Desfile DASPU
Armazém | Espaço Marcia X
DJ Badsista

DJ Badsista
Dj

Mulher, periférica, DJ e produtora musical. Envolvida com a cena funk e eletrônica de São Paulo, trabalhou ao lado de artistas como Lei Di Dai, Linn da Quebrada e Jaloo. Transita também pela cena house e techno. Por onde passa dissemina o fortalecimento e a possibilidade de mulheres e pessoas periféricas na música. Na vida dissemina confusão, caos, desconstrução, quebra do paradigma. Sua dica sempre será: "Vamos estudar, gatas, vamos estudar! ”

Sexta 16/11 - 18h30 – 23h00
Arte e cultura
Shows e festa
Praça Mauá | Palco Principal

Dj Tamy

Dj Tamy
Dj

Tamyris Reis, conhecida como DJ Tamy, teve contato com música desde  pequena. Estudou piano, flauta, violão, percussão, canto e teoria musical. Na sua adolescência, por influência de alguns amigos começou a estudar, aprimorando as técnicas para se profissionalizar como DJ.  Em 2012, estudou no Red Bull Favela Beats onde teve contato com várias referências artísticas. Desde então, Tammy se apresenta em grandes eventos, como Hutúz Rap, Terra do Rap, Latinidades, Satélite 061, Hip Hop Rio, Arte Core, Batom Battle, Festival de Inverno, Fábrika Apresenta e Festival Rider #DáPraFazer. Em 10 anos de carreira, já abriu shows de grandes artistas como Elza Soares, Emicida, Racionais MC’s, Oshun, Tássia Reis, Mv Bill, Karol Conká, Bob Vallentino, Lianne La Havas, De La Soul , Iza, Ludmilla, Mc Lyte e Kaytranada.

Domingo 18/11 - 18h30 – 22h30
Arte e cultura
Shows e festa
Praça Mauá | Palco Principal

DJs Tasha e Tracie

DJs Tasha e Tracie
Djs

 As DJs Tasha e Tracie Okereke são irmãs gêmeas, paulistanas de 23 anos.  Além de agitar a pista de dança, são estilistas, diretoras de arte, produtoras culturais, blogueiras, ativistas da periferia. Trabalham pela  autonomia e auto-estima do jovem favelado. Atualmente estão à frente do projeto Expensive $hit, blog que aborda moda, música, arte e cultura.

Instagram Tasha | Istagram Tracie | Facebook Tasha | Facebook Tracie | Blog

Sábado 17/11 - 18h00 – 23h00
Arte e cultura
Shows e festa
Praça Mauá | Palco principal

Dona Onete

Dona Onete
cantora e compositora

Dona Onete é cantora e compositora paraense. Conhecida como a Musa do Carimbó Chamegado, aos 72 anos de idade lançou o seu primeiro CD intitulado “Feitiço Caboclo”. Hoje aos 79 anos, ela realiza turnês pelo Brasil e pelo mundo com o segundo álbum da carreira “Banzeiro” e se prepara para lançar o primeiro DVD. Com mais de 200 composições, Dona Onete tem dividido sua extensa obra com vários artistas da nova geração da música popular brasileira, como Gaby Amarantos, Emília Monteiro, Aíla Magalhães e Juliana Sinimbú. Participou do documentário “Visceral Brasil”, série da TV Brasil sobre mestres da música brasileira, e foi atração na série Latin American Beats, da BBC, sobre a nova produção musical dos países latino-americanos, com uma audiência estimada em 239 milhões de pessoas.

Domingo - 18/11 - 20h30 – 22h00
Arte e cultura
Shows e festa
Praça Mauá | Palco Principal

Elisa Amaral

Elisa Amaral
DJ

Elisa Amaral é DJ residente do hotel Belmond Copacabana Palace e já passou por diversas tribos da cena do Rio de Janeiro. Veio da cena alternativa, onde tudo começou em 2010, atuando em eventos do Grupo Matriz. Também jornalista e produtora cultural, em 2017 decidiu focar a sua atenção para a carreira de DJ, onde passou uma temporada em Amsterdam tocando em pequenos festivais, além do famoso SupperClub Amsterdam. Com ótima leitura de pista, a DJ tem um repertório open format e eletrônico e não tem medo de misturar estilos, indo do pop ao deep house e electro swing, uma de suas peculiaridades.

Instagram | Facebook

Sábado 17/11 | 21h30 - 22h00
Show
Praça Mauá | Palco Principal

Elza Soares

Elza Soares
Artista Brasileira

Elza Soares, ícone da música brasileira e eleita em 2000 como a "Melhor Cantora do Milênio" pela BBC, de Londres, do alto das suas seis décadas de carreira desfruta atualmente a apoteose de uma vida dedicada à música. Após o encerramento da turnê do premiado espetáculo “A Mulher do Fim do Mundo”, uma "ópera" emocional que retrata as mazelas da sociedade, a artista lança seu mais novo álbum de estúdio Deus é Mulher, o segundo disco de inéditas, repetindo a proposta do trabalho anterior de instigar o espectador à reflexão sobre a condição do indivíduo em uma sociedade violenta. O novo espetáculo, apresentado no Festival Mulheres do Mundo, traz Elza em seu célebre trono em meio a um cenário que contrapõe o antecessor com tons claros, dourados, cenário fluido e a cantora como uma entidade feminina responsável por gerar a vida, a energia, a arte, como em um útero materno. Como crítica social e política, desta vez através de um discurso ainda mais direto, contundente, global, mas com mensagens propositivas de renascimento e esperança. 

Sexta - 16/11 - 20h30 – 22h00
Arte e cultura
Shows e festa
Praça Mauá | Palco Principal

 

 

Flora Matos

Flora Matos

Flora Matos é uma das artistas mulheres brasileiras que saem um pouco do nicho de consumo que se tornou a "lacração". A rapper brasiliense não costuma levantar muito bandeira sobre feminismo em suas letras, mas isso não significa que não apoie o movimento. "Talvez meu feminismo fique mais claro no meu dia-a-dia, na minha postura. Mais até do que no meu discurso". Flora destaca-se pela autonomia que almeja conquistar sobre os processos do seu trabalho. Além das composições e da voz, no seu disco de estreia Eletrocardiograma ela assina parte da mixagem. Depois de alguns conflitos com produtores ao longo de anos, ela decidiu estudar de forma mais autônoma programação musical e se prepara para lançar do próximo álbum, que já produz e talvez produza praticamente inteiro sozinha. Essa atitude de se impor e buscar autonomia artística sobre sua arte, talvez seja o que Flora queira passar sobre o seu feminismo. Outros processos além de letras empoderadoras também determinam a força e a importância do trabalho de uma artista mulher.

Sábado 17/11 | 20h30 - 21h30
Show
Praça Mauá | Palco Principal

Fronte Violeta

Fronte Violeta
projeto de música experimental eletrônica

Fronte Violeta é um projeto de música experimental eletrônica formado em 2015 por Anelena Toku e Carla Boregas. Fronte Violeta propõe uma fluidez sonora, utilizando-se de sintetizadores, beats eletrônicos, loops, samples, gravações de campo e vozes. Entre suas produções estão o primeiro álbum TRAVESSIAS, lançado em fita cassete, em 2015, pelo selo Dama da Noite Discos e PAIN CHRISANTEMO, trilha sonora para a exposição e vídeo de Chihiro Yoshikawa que passou por Tóquio, Los Angeles e São Paulo. No espetáculo REVOLTA LILITH, que vai ser apresentado no Festival Mulheres do Mundo, a música é feita ao vivo, indo além de uma trilha sonora tradicional, trazendo Anelena e Carla em cena ao lado das atrizes/autoras, fazendo do som um gesto de dramaturgia. FLAMA é o último álbum do duo, lançado pelo selo japonês Depth of Decay.

Domingo 18/11 - 14h00 – 17h00
Oficina
Corpos insurgentes
Armazém | Espaço Márcia X

Ilú Obá de Min

Ilú Obá de Min
instituição, intervenção cultural

O “Bloco Afro Ilú Obá De Min” é uma intervenção cultural baseada na preservação de patrimônio imaterial a partir de uma pesquisa sobre matrizes africanas e afro-brasileiras e a bateria é composta exclusivamente por mulheres. Foi fundado pelas percussionistas Beth Beli, Girlei Miranda e Adriana Aragão em 2004 para promoção e divulgação da cultura negra no Brasil, e para o fortalecimento das mulheres negras na sociedade. Entoa cantos em Yorubá e danças, advindos dos terreiros de Candomblé e das culturas populares, realizando uma grande ópera de rua comandada pela força dos tambores. É tradição na sexta-feira e domingo de Carnaval nas ruas da cidade de São Paulo, que em 2018, reunuiu cerca de 30 mil pessoas. Tornou-se referência étnico-cultural e educativa, com diversas premiações  como o Prêmio Culturas Populares Mestre Humberto Maracanã 2008 – SID/MINC, o Prêmio Governador do Estado 2013, Brasil Criativo em 2014, Prêmio Jovens do Axé 2015 e 2017 e Prêmio Africa-Brasil 2015.

Sexta 16/11 - 17h00 — 18h30
Arte e cultura
Cortejo Bloco Ilú Obá de Min
Praça Mauá | Palco Principal (ponto de encontro)

Karol Conka

Karol Conka
rapper

O ano de 2013 consolidou o nome de Karol Conka na música brasileira. Neste ano, a rapper curitibana conquistou o Prêmio Multishow na categoria Artista Revelação e pouco tempo depois foi convidada pelo grupo português Buraka Som Sistema para emprestar suas rimas à "Bota", música tema de campanha publicitária da Adidas. A faixa "Boa Noite" foi escolhida para a trilha sonora do mundialmente famoso game Fifa 14 e seu trabalho recebeu destaques e elogios em prestigiados veículos da imprensa nacional e internacional como a revista Rolling Stone, revista Time, Billboard norte-americana, Le Monde, Liberation, Canal+, entre outros. Primeira artista a cantar em português na rádio britânica BBC 1, apresentou-se na Alemanha, França, Suécia, Suíça. Em 2014 gravou o hit "Tombei" em parceria com o Tropkillaz, single que ultrapassa 458 mil plays no Soundcloud e 3.5 milhões de visualizações no YouTube, indicado pela edição nacional da revista Rolling Stone como uma das 15 melhores canções de rap do ano e vencedor do Prêmio Multishow de Nova Canção pelo júri especializado. Outro sucesso, “É o Poder”, produzido em parceria com o duo Tropkillaz e lançado pelo selo Buuum Trax, da Skol Music, em apenas 13 dias ultrapassou 55 mil plays no SoundCloud e tornou-se um dos 50 virais do ano de 2015 no Spotify. Atualmente, Karol também está à frente do programa Superbonita, do canal GNT.  O show apresentado no Festival Mulheres do Mundo é lançamento do novo disco Ambulante, lançado no dia 8 de novembro. O disco traz dez músicas inéditas compostas em parceria com o produtor Boss n Drama, distribuído pela Sony Music. O último single “Kaça” está em todas as plataformas digitais.

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Letrux

Letrux
Cantora

Atriz com peças e longas-metragens no currículo, Letícia Novaes, ou LETRUX, carinhoso apelido dado pelos amigos há alguns anos, é um dos nomes de maior destaque no cenário da música independente contemporânea. Depois de alguns anos de experimentalismo, firmou o seu nome no panorama independente da última década com seu primeiro e premiado disco solo, EM NOITE DE CLIMÃO, eleito Melhor Disco de 2017 pelo Prêmio Multishow, e também pelo prêmio de Melhor Produção, pelo júri do Women Music Event, e a indicação a Melhor Disco de 2017 pelo prêmio da revista Bravo!. Com quatro clipes na web e mais dois por vir, a turnê de EM NOITE DE CLIMÃO vem lotando os teatros e festivais por onde passa, com apresentações catárticas em São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e no Rio de Janeiro, onde tudo começou.

Sexta 16/11 - 18h30 – 23h00
Arte e cultura
Shows e festa
Praça Mauá | Palco Principal

Liz Aggiss

Liz Aggiss
dançarina e coreógrafa contemporânea

Liz Aggiss é dançarina e coreógrafa contemporânea britânica. Estudou no Modern Educational Dance de Rudolph von Laban no Reino Unido, e no Dance Theatre Laboratory, em Nova Iorque. É professora de Visual Performance na Universitdade de Brighton tem doutorado em prática interdisciplinar da Universidade de Gotemburgo, e em Arte da Universidade de Chichester. Seu trabalho é baseado por extensa pesquisa contextual e questiona os limites da prática de dança convencional, considerando a política de gênero e a representação das mulheres. Suas performances integram dança, texto, filme e humor. Tem diversos prêmios pelos seus filmes de dança, exibidos na BBC e ABC Australia. Sua última performance Slap and Tickle recebeu o prêmio Total Theatre Award 2017 e será apresentada no Rio.

Site

Sexta 16/11  - 17h00 – 18h00 e 20h00 – 21h00
Arte e cultura
Slap & Tickle
Armazém | Espaço Márcia X

Lowri Evans

Lowri Evans
atriz

Lowri Evans é um atriz que mora entre Manchester, Reino Unido, e São Paulo, Brasil. Tem formação em Artes Plásticas e cria performances, intervenções e teatro. Em São Paulo, atuou como criadora e performer nos espetáculos Rózà (2014) e Revolta Lilith (2018) e o performance Coração do Espantalho de Naufus Ramírez-Figueroa, na 32ª Bienal de São Paulo (2016). Ela apresentou o solo dela, A Vida Secreta de Você e Eu em Capital 35 (2018). Recentemente ela trabalhou com BBC TV, National Theatre of Scotland, Circuito Paulista de Teatro, Contact Theatre, Casa do Povo, University of Salford, Islington Milll, Usina da Alegria Planetária e Battersea Arts Centre. Em 2015 ela ganhou um prêmio no Manchester Theatre Awards para O Relicário de Cotidiano com Renato Bolelli Rebouças e Rodolfo Amorim.

Sábado - 17/11 18h00 – 19h00  e  20h00 – 21h00
Arte e cultura
Revolta Lilith
Armazém | Espaço Márcia X

Luedji Luna

Luedji Luna
Cantora e compositora

Cantora e compositora baiana, Luedji Luna é co-fundadora do PALAVRA PRETA, mostra que reúne compositoras e poetisas pretas de todo o Brasil. Foi vencedora da etapa regional do Festival da Canção Francesa, realização da Aliança Francesa em 2013. Em 2017 a cantora lançou seu primeiro disco que leva o mesmo nome do seu single, “Um Corpo no Mundo”. O trabalho foi contemplado em primeiro lugar com o Prêmio Afro em patrocínio com a Petrobrás, e conta com a produção de Sebastian Notini, músico sueco radicado na Bahia, também produtor dos dois últimos discos de Tiganá Santana, e o mais recente trabalho da também baiana Virgínia Rodrigues, o premiado "Mama Kalunga". No segundo semestre de 2018, a cantora se prepara para a turnê de seu primeiro disco por 5 estados do país, com apoio do Natura Musical.

Domingo 18/11 - 18h30 – 22h30
Arte e cultura
Shows e festa
Praça Mauá | Palco Principal

Marcia Zanelatto

Marcia Zanelatto
ESCRITORA, ROTEIRISTA E DRAMATURGA

Marcia Zanelatto escreve para teatro, televisão e cinema. Seu trabalho frequentemente fala sobre racismo, segurança pública e identidade sexual e de gênero. Recebeu o Prêmio Justiça nas Favelas, da Fundação Ford; o Prêmio de Tradução do Teatro Brasileiro, da Fundação Nacional de Artes, para a peça "Eles não usam tênis naique"; o Prêmio APTR, como Melhor Autor, para "Desalinho"; o prêmio Seleção Brasil em Cena, por "Tempo de Solidão" e Prêmio Botequim Cultural, de Melhor Autor, por “ELA”. Participou dos eventos Red Like Embers, em Londres; do Birth Festival, em Manchester; e, em Nova York, do Pen World Voices International e da mostra Female Voices from Brasil. É uma das autoras da antologia Teatro Brasileiro Contemporâneo, lançada pelo Ministério das Relações Exteriores em diversos países. Suas peças foram traduzidas para o inglês, espanhol, francês e sueco. No Festival Mulheres do Mundo, no eixo das Mulheres nas Artes e Cultura vai apresentar o espetáculo "Parto - em trabalho". 

Instagram

Sábado 17/11 - 14h00 – 15h30
Arte e cultura
Perfomance: Trabalhos de Parto 
Armazém | Espaço Márcia X

Domingo 18/11 - 11h00 – 12h30
Troca de experiências
Parto: o direito das mulheres de protagonizarem seu próprio corpo
MAR | Sala 3.3

Maria Beraldo

Maria Beraldo
cantora, compositora e clarinetista

Maria Beraldo é clarinetista, cantora da banda de Arrigo Barnabé e integrante da Quartabê. CAVALA é o primeiro disco solo de Maria Beraldo e traz o grito de liberdade de uma mulher lésbica, o passo de uma clarinetista que se transforma em compositora e o gesto de uma artista que emerge no Brasil do ano de 2018. Gravando discos, fazendo shows – com Elza Soares, Negro Leo, Iara Rennó, Rodrigo Campos, Laura Diaz, Dante Ozzetti, Rômulo Fróes e outros amigos, Maria se descobre autora e em sua primeira leva de composições mostra forte identidade, apontando para estruturas concisas, poucos elementos e curtas durações. É mestre em Música e Bacharel em Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). 

Domingo 18/11 - 18h30 – 22h30
Arte e cultura
Shows e festa
Praça Mauá | Palco Principal

Martha Kiss Perrone

Martha Kiss Perrone
diretora e atriz

Martha Kiss Perrone é diretora e atriz. Formada em Artes Visuais, sua pesquisa está entre o teatro e cinema. Dirigiu o espetáculo Rózà, a partir das cartas de Rosa Luxemburgo. Integra a coletivA Ocupação, grupo de teatro de São Paulo. Trabalhou nos filmes Elena, Olmo e a Gaivota de Petra Costa. Durante um ano acompanhou a criação do grupo Théâtre du Soleil do espetáculo Les naufragés du fol Espoir. Em Berlim integrou o projeto Brasil - Alemanha, Haut aus Gold, no Marxim Gorki Theater, sob direção de Tilman Kolher com o Tablado de Arruar. Dirigiu a performance "Só me convidem para uma revolução onde eu possa dançar" e “Quando Quebra Queima”  da coletivA ocupação. É diretora e dramaturga do espetáculo Revolta Lilith, que será apresentado no WOW.

Sábado 17/11 - 18h00 – 19h00  e  20h00 – 21h00
Arte e cultura
Revolta Lilith
Armazém | Espaço Márcia X

 

Mayara Baptista

Mayara Baptista
atriz

Mayara Baptista pesquisa o teatronegro sobre mulheres negras, feministas e ativistas. Em sua trajetória artística, integrou o elenco dos espetáculos "Navalha na Carne" (2016), "Tio Vânia" (2016), "Círculo de Giz" (2017), "GODOT (NÃO VIRÁ)", da performance "BLACK BRECHT - E Se Brecht fosse negro?" (2017) e o elenco da websérie "Mulheres em Série" (2017). Atualmente é integrante da coletivA ocupação e do Teatro Oficina com a peça "Roda Viva"

Mulheres ao Vento

Mulheres ao Vento
Grupo de dança

Mulheres ao Vento é um projeto de dança que percorre a afro-brasilidade atrelada ao feminismo negro? para disseminar a cultura de matriz africana através da arte, em especial das artes cênicas, aliando a discussão para a promoção da diversidade, igualdade de gênero e do respeito. O Mulheres ao Vento foi idealizado e realizado por Andreza Jorge e Simonne Alves, ambas dançarinas graduadas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. O projeto acontece desde 2016 no Conjunto de favelas da Maré.

Sexta 16/11 13h00 – 13h30
Arte e cultura
Mulheres ao vento
Praça Mauá | Tenda Dandara

Mulheres Rodadas

Mulheres Rodadas
Bloco de carnaval

O Bloco Mulheres Rodadas é o primeiro bloco feminista do carnaval carioca. O grupo surgiu em 2015, como forma de protesto contra uma postagem machista feita na internet, que dizia: “Não mereço mulher rodada”. Em resposta, a convocação para o primeiro desfile questionava: ainda cabe rotular mulheres por suas escolhas? Desde então, o bloco tem levado às ruas uma banda majoritariamente feminina, além do debate sobre direitos das mulheres e machismo. No seu primeiro ano, participou da campanha “O Valente não é violento”. Em 2016, integrou o movimento #carnavalsemassedio. Em paralelo, uma parte do grupo realiza a roda de samba “Pra que rimar amor e dor”, onde são cantados sambas em que a tônica é a agressão às mulheres. O bloco também oferece oficinas de música, apresentações na rua e rodas de conversa sobre temas relacionados ao feminismo.

Domingo 18/11 - 16h00 – 16h30
Arte e cultura
Bloco de carnaval — Mulheres Rodadas
Praça Mauá | Em frene ao Palco principal

RAP Party UK

RAP Party UK
noite de hip-hop e poesia

The RAP Party é uma noite de hip-hop e poesia (RAP = Rhythm And Poetry) dirigida pelos poetas Inua Ellams e Theresa Lola. Ocorre em vários locais em Londres e no Reino Unido e seu objetivo é criar uma atmosfera de festa, além que uma noite tradicional de poesia. Em cada festa, seis a sete poetas e um DJ são reunidos. Cada poeta declama um poema inspirado no hip-hop, e, em seguida, seleciona duas faixas para serem tocadas. Theresa Lola é poetisa nigeriana-britânica. Ela atua como facilitadora de workshops e é co-curadora da RAP Party. Recebeu o prêmio Bridport Poetry Prize (2018) e esteve entre os nomes indicados ao Bridport Poetry Prize (2017) e London Magazine Poetry Prize (2016). Vencedora do "Hammer and Tongue Slam" em 2017, ela apresenta suas poesias em todo o Reino Unido e no mundo. Inua Ellams é poeta, dramaturgo e performer nascido na Nigéria, enraizado em Londres. Autor de quatro livros de poesia e peças de grande sucesso. Sua peça "Barber Shop Chronicles" está atualmente em exibição no National Theatre, em Londres. Ele também está se apresentando por todo o Reino Unido, com o espetáculo "An Evening With an Immigrant".

Sábado 17/11 - 17h00 – 19h00
Arte e cultura
Rap Party UK e Rap Slam
MAR | Arquibancada (pilotis)

RAP Slam

RAP Slam

No Festival WOW Rio três multiartistas estarão juntas pela primeira vez numa versão Slam e Rap. Trazendo a principal vertente de seus encontros: uma batalha de poesia autoral com a sonoridade  do Rap. Mc Martina, do complexo do Alemão; Brenda Lima, do Buraco do Sapo, favela de Petrópolis, região serrana do Rio; e  Mc Dall Farra,  de Duque de Caxias, baixada Fluminense. As três fazem parte do Poetas Favelados, coletivo que declama poesias marginais em transportes e espaços públicos pelo Rio. MC Martina é também idealizadora do Slam Laje, a primeira batalha de poesia do Alemão que acontece mensalmente de forma itinerante em cada comunidade do conjunto de Favelas do Alemão. Brenda é idealizadora do Sarau Arte é Resistência e do Slam Liberdade, primeira batalha de poesia falada de Petrópolis. E Mc Dall Farra integrante do Coletivo Slam das Minas, que também pratica ações poéticas em espaços públicos.
 
Sábado 17/11 - 17h00 – 19h00
Arte e cultura
Rap Party UK e Rap Slam
MAR | Arquibancada (pilotis)
Tássia Reis

Tássia Reis
Cantora e compositora

Tássia Reis poderia simplesmente ser definida pelas suas características artísticas, como compositora e cantora, e já seria suficiente para que se escutasse com atenção este segundo trabalho da artista nascida em Jacareí há 27 anos, que faz do hip hop sua arma contra e à favor do mundo. Mas ela é bem mais que isso – é uma usina criativa de convicções, em que seu discurso tão feminista quanto libertário (nas mais diversas vertentes, da intolerância à opressão emocional) dita canções sublimes, embaladas por sua doce voz em gêneros abertos, do rap ao reggae.  Já foi convidada para cantar com Marcelo D2, gravou com Izzy Gordon, fez shows com a banda de jazzrap Mental Abstrato, e foi para o universo das rimas femininas no projeto “Rimas e Melodias”, e aí, entrou para a discussão de gêneros que sempre propôs no “Salada de Frutas” e a posição política a levou a novas composições, que culminam no disco “Outra Esfera”.

Sábado 17/11 -  18h00 – 23h00
Arte e cultura
Shows e festa
Praça Mauá | Palco principal

Tiê

Tiê
Cantora e compositora

Natural de São Paulo, Tiê é uma cantora de voz suave e compositora de canções românticas. Aos 38 anos, já lançou quatro álbuns. Sweet Jardim, de 2009, foi seguido por A coruja e o coração, de 2011, indicado à categoria Revelação do Prêmio Multishow. Em 2014, a cantora lançou o disco Esmeraldas, que teve como carro chefe a canção “A Noite”, trilha sonora da novela I love Paraisópolis, da Rede Globo. O clipe da canção, sucesso nacional, tem mais de 99 milhões de visualizações no YouTube. Seu último álbum, Gaya, de 2017, teve duas canções escolhidas para trilhas de produções globais. A canção “Mexeu  Comigo” integrou o seriado Malhação: Vidas Brasileiras, e “Amuleto” fez parte das músicas da novela O  Outro  Lado  do  Paraíso. Artista de carreira internacional, Tiê já se apresentou em festivais como  Rock in Rio e Lollapalloza.

Sábado 17/11 - 18h00 – 23h00
Arte e cultura
Shows e festa
Praça Mauá | Palco principal

Artes Plásticas

Elis Pinto

Elis Pinto
Artista visual, escritora de literatura negra e empreendedora

Elisangela Pinto é graduada em Ciências Biológicas e fez cursos na EAV-Parque Lage. É mãe, moradora de Santa Teresa e nascida em Duque de Caxias. Sofreu violências obstétricas em 2011 e seu trabalho artístico é voltado ao feminismo negro. Artista visual e escritora de literatura negra. Empreende produzindo geléias veganas e orgânicas a Vênus, com frutas do seu próprio quintal, que trazem no rótulo suas pinturas da série As Três Graças do Brasil, valorizando a cultura afro-tupiniquim feminina.

Moon Ribas

Moon Ribas
Ativista e artista performática

Moon Ribas é uma artista de vanguarda catalã e ativista ciborgue, conhecida por ter um sensor sísmico on-line implantado no corpo. Moon recebe vibrações do sensor a cada terremoto ocorrido no planeta e transforma essa experiência em performances baseadas em som, como em sua obra Percussão Sísmica; ou dança, como Waiting For Earthquakes. Desde 2007, Moon vem experimentando a união entre a tecnologia e seu corpo para explorar os limites da percepção e do movimento. Em 2010, ela participou da criação da Cyborg Foundation, uma organização internacional que pretende estimular pessoas a tornarem-se ciborgues, além de promover a sua arte e defender seus direitos. Ribas também fundou a Transpecies Society, em 2017. A associação dá voz a “identidades não humanas” e defende a liberdade de autodesign.  

Sábado 17/11 - 14h00 – 15h30
compartilhando trajetórias
Museu do Amanhã | Lounge

Sábado 17/11 - 18h00 – 19h00
Arte e Cultura
Percussão sísmica
MAR | Audiório

Priscila Fiszman

Priscila Fiszman
Arquiteta e Artista

Priscila Fiszman estudou Arquitetura na UFRJ e é formada em Desenho pela Camberwell College of Arts. Já participou de coletivas em Londres e no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. Já expôs em Copeland Park, Hoxtons Basement, Centro de Artes Helio Oiticica, Camberwell Space, Oi Futuro Flamengo, Solar do Abacaxis, Espaço Átomos, Ateliê Despina, entre outros. Trabalhou, em 2014, na performance 512 Horas com Marina Abramovic na Serpentine Galleres, Londres. Participou do projeto Permanências e Destruções, em 2015, na Praça XV, e em 2016 no Morro do Alemão. Em 2016, com a premiação do projeto “Escada do Amor”, projeto de circulação vertical para a Travessa Laurinda, ficou exposto no Museu do Amanhã.Em 2018 participou da residência And fes les Mouettes em Vevey, Suiça.

Desde 2015 trabalha com oficinas de arte e arquitetura para crianças, e atualmente é professora do Parquinho Lage, a Escola de Artes visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro. Já realizou oficinas no Redes da Maré, Instituto todos na Luta,Escola Americana do Rio de Janeiro, Escola Parque, Espaço Cria, Liessin, Lanchonete no Saracura, entre outros.

Priscila Rezende

Priscila Rezende
artista visual e fotógrafa

Priscila Rezende é graduada em Artes Visuais pela Escola Guignard-UEMG (Belo Horizonte, Brasil) com habilitação em Fotografia e Cerâmica. Dentre seus trabalhos destacam-se presença em diversas cidades do Brasil, tais como São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória, Porto Alegre, Oiapoque, entre outras; e países como Alemanha, Reino Unido e EUA. Etnia, identidade, inserção e presença do indivíduo negro e das mulheres na sociedade contemporânea são os principais norteadores e questionamentos levantados em seu trabalho. Partindo das próprias experiências, limitações impostas, discriminação e estereótipos são expostos em ações corporais viscerais, que buscam estabelecer com o público um diálogo direto e claro. A artista propõe ao público compartilhar e ser confrontado por diferentes realidades, deslocando-os de seu lugar de conforto para questionar certezas pré-estabelecidas.

Rita Wainer

Rita Wainer
artista

Rita Wainer é uma artista multimidia brasileira. Utiliza diferentes plataformas para difundir sua arte e  transita entre desenhos e objetos em pequeno formatos a pinturas e murais de grandes proporções espalhados por diversas cidades do  Brasil  e do mundo. Conhecida por seu trabalho feminino e feminista, geralmente acompanhado por seus textos poéticos conduzem  emoções comuns a todos que interagem com suas obras.

Selina Thompson

Selina Thompson
artista e performer

Selina Thompson é uma artista e performer cujo trabalho foi mostrado e elogiado internacionalmente. Sua prática é essencialmente íntima, política e participativa, com uma forte ênfase no engajamento público, que então leva a um trabalho alegre e altamente visual, que busca se conectar àqueles frequentemente marginalizados pelas artes. Ela foi destaque na lista The Stage dos 100 líderes mais influentes de 2018 e tem sido descrita como “uma força da natureza” (The Stage, Reino Unido) e “uma inspiração” (The Independent, Reino Unido), além de ser nomeada pelo Buzzfeed no Top 10 Black British Women Killing It in Their Field.

Oficinas

ABC do Prazer Feminino

ABC do Prazer Feminino
Juliana Marques

Juliana Marques é mãe e feminista. Formada em Comunicação Social, com experiências em Comunicação Corporativa e Desenvolvimento e treinamento de pessoas, há dois anos atua como consultora de produtos sensuais, tendo especializado-se em Saúde da Mulher, a masturbação e o orgasmo feminino como formas de liberação e empoderamento. 

Sexta 16/11- 17h00 – 19h00
Oficina : ABC do prazer feminino
Museu do Amanhã | Observatório

 

Afrofunk

Afrofunk
Oficina de dança

O projeto Afrofunk Rio realiza ações criativas para articular artistas e funkeiros, contribuindo para ampliar e desenvolver o movimento funk no Rio de Janeiro. O projeto nasceu em 2014, com uma oficina de dança para mulheres, e desde então promove rodas de conversa, festas e eventos, como o Baile das Abusadas e o espetáculo musical Afro Power. A iniciativa nasceu da pesquisa da atriz e dançarina Taísa Machado, fã dos bailes funk desde criança, ex-integrante do Grupo Tá Na Rua, do diretor e teatrólogo Amir Haddad, e da Cia Corp'Afro, da bailarina afro Eliete Miranda. Nas suas  oficinas, Taísa une dança e história da cultura negra, com o objetivo usar a dança como “ferramenta de empoderamento corporal e intelectual." 

Sexta , 16/11 - 16h00 às 17h30
Oficina 
MAR | Arquibancada (pilotis) 

Dança Intuitiva

Dança Intuitiva
Inaê Moreira

Inaê Moreira é mulher negra e artista baiana. Formada em Dança pela Escola de Dança da Funceb, licenciada em Dança pela Universidade Federal da Bahia e profissional de Circo pela Escuela de Artes Urbanas de Rosário/Argentina. Possui experiência nas diversas técnicas corporais: dança, acrobacias, capoeira angola, e contato improvisação. A partir dessas experiências dialoga com universos populares e contemporâneos. Seus atuais projetos trazem questões vividas pelo corpo negro feminino, afro-brasileiro e diaspórico. É guiança na oficina de Dança Intuitiva para Mulheres.

Dança Intuitiva | Facebook

Sexta 16/11 - 10h00 – 12h00
Oficina
Dança intuitiva para mulheres
Armazém | Espaço Márcia X

Makerspace Olabi - PretaLab

Makerspace Olabi - PretaLab
organização social

O Olabi é uma organização social que busca democratizar a produção de tecnologia na construção de um mundo mais diverso e justo. A sede, no Rio de Janeiro, é um makerspace, ou seja, um espaço de fazer. Um ambiente em que o erro é permitido, onde as pessoas podem entrar em contato e desenvolver projetos ligados à eletrônica, robótica, permacultura, inteligência artificial, fabricação digital, artesanato, marcenaria, design, dentre outras técnicas. A Pretalab é uma plataforma do Olabi que estimula que mais meninas e mulheres negras e indígenas tenham acesso ao universo das inovações e da tecnologia.

Mandala Florestal

Mandala Florestal
Maria Lalla Cy Aché

Maria Lalla Cy Aché é criadora da Mandala Florestal, ciclo de danças meditativas inspirada nos ritmos e tradições brasileiras para celebrar e ativar com as mulheres da Maré e de outros grupos do Rio de Janeiro, o Raio Feminino do Destemor. É uma dança simples, em forma de mandala de círculos concêntricos onde todos, inclusive o público, são capazes de participar. Uma festa da diversidade  em harmonia com a totalidade.Cy Aché é presidente do Instituto Cy - Cultura de Paz Através das Artes, guia da Sufi Ruhaniat Internacional, mentora de Danças da Paz Universal e membro participante do Conselho Internacional de Danças CID/UNESCO. 
SPECTACULU

SPECTACULU
ESCOLA DE ARTE E TECNOLOGIA

A Spectaculu é uma escola sem fins lucrativos que atua desde 1999 no Cais do Porto do Rio de Janeiro. A instituição oferece capacitação profissional nas áreas de Arte e Tecnologia e Artes Cênicas para jovens de 17 a 21 anos, oriundos da rede pública de ensino e moradores de regiões de vulnerabilidade social do Grande Rio. Buscando abrir as portas do conhecimento e oferecer uma possibilidade real de empregabilidade, a escola tem como missão a inserção destes jovens no mundo dos espetáculos, cujo mercado de trabalho é muito carente de mão de obra especializada. A instituição oferece os cursos de Adereços de Cena, Beleza, Contrarregragem & Camarim, Costura e Figurino, Fotografia, Iluminação Cênica, Montagem de Cenários e Tratamento de Imagem. Através de uma visão educacional que prima pelo estímulo ao desenvolvimento de consciência crítica, a instituição também proporciona aos alunos formação consistente de filosofia, cidadania e direitos, expressão corporal, oral e escrita, história da arte e criatividade.

Domingo  18/11 às 13h - Armazém - Espaço Nise da Silveira

Oficineiras:  Camille Aboud,  Brenda Vianna,  Dayane Oliveira,  Jey Mariana,  Michelle Ezaquiel, Hanna Viana, Jöa Clandestine, Branca Mattos 
 
Convidadas : Gabriela Lohan- atriz  e  Débora Helena Drumond - designer e artística  visual 
Viva Pelve

Viva Pelve
Dora Selva

Dora Selva é bailarina paulistana, graduada pela Comunicação das Artes do Corpo pela PUC de São Paulo, que oferece a oficina de dança VIVA PELVE, técnica do movimento relacionada aos quadris e ao feminino. Criadora do solo "stress", que circulou por festivais universitários em São Paulo, foi integrante da companhia Lia Rodrigues Companhia de Danças, sediada na Maré, por 4 anos. É iniciada espiritualmente pelo Sagrado Feminino e pelo Reiki, e estuda a relação muito antiga entre arte e cura. Atualmente está apresentando sua mais nova criação "De quando as águas cresceram por sobre o ventre da terra", e integra o programa de formação e deformação da EAV- Parque Lage.

Yoga na Maré

Yoga na Maré
Ana Olívia

Portuguesa, Ana Olívia viveu na Alemanha e na Espanha, onde trabalhou em várias organizações não governamentais na área de prevenção da delinquência e dos direitos humanos. Em 2012, chegou ao Rio de Janeiro para trabalhar como voluntária numa favela. Formada em vários tipos de yoga, em agosto de 2015 criou o projeto Yoga na Maré, dedicado a tornar a prática acessível a todas as pessoas, principalmente em uma área caracterizada pela violência e pela ausência de iniciativas de bem-estar. Sempre dedicada a aprofundar o seu conhecimento, atualmente Ana Olívia estuda a medicina ayurvédica, mais antigo sistema de saúde conhecido. Suas aulas se baseiam na fluidez do movimento e na respiração consciente e valorizam o equilíbrio entre corpo e mente, focando na evolução e autoconhecimento do aluno.

Sábado 17/11 - 10h00 – 11h00
Sexta 16/11 - 10h00 - 11h00

Oficina - Aulão de Yoga
Praça Mauá | Tenda Dandara

  As atrações foram espalhadas pela Praça Mauá, MAR, Museu do Amanhã e Armazém 1 (Pier Mauá).  

CURADORIA

REALIZAÇÃO